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Análise proteômica de plaquetas provenientes de pacientes com trombose venosa profunda

Processo: 11/05996-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2011 - 30 de setembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Joyce Maria Annichino-Bizzacchi
Beneficiário:Joyce Maria Annichino-Bizzacchi
Instituição-sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Trombose venosa  Plaquetas sanguíneas  Hematologia  Proteoma 

Resumo

A trombose venosa é uma doença multifatorial, resulta da ativação inapropriada da resposta hemostática e pode ocorrer em qualquer parte do sistema venoso. Possui uma elevada incidência e está associada à alta morbimortalidade por complicações, como a embolia pulmonar e a síndrome pós-flebítica. De 20 a 30% dos pacientes não apresentam fator desencadeante, sendo definida como trombose venosa espontânea. Além disso, a trombose venosa é considerada uma doença crônica, pois em 5 anos, aproximadamente 25% dos pacientes apresentarão recorrência. Assim, a identificação de novos fatores de risco que previnam a recorrência têm uma grande relevância na prática clínica. Nesse sentido, o mapeamento de proteínas provenientes de plaquetas de pacientes com trombose venosa profunda (TVP) são alvos interessantes de pesquisa e objetos deste estudo. Amostras sangue serão coletadas, e as plaquetas serão separadas. As plaquetas serão lavadas empregando metodologia que minimiza a sua ativação e serão posteriormente lisadas. Depois, as proteínas serão digeridas com tripsina e os sais serão removidos empregando colunas C18 (Sep-Pak®). Os peptídios serão então separados por UPLC e a espectrômetria de massas será realizada empregando o espectrômetro híbrido LTQ-Orbitrap. Os espectros serão analisados pelos bancos de dados Sorcerer-SEQUEST, e a análise semi-quantitativa das proteínas será realizada utilizando o programa Apex Quantitative Proteomics Tool. Os resultados serão validados empregando Western Blotting empregando anticorpos monoclonais e policlonais específicos contra as proteínas diferencialmente expressas. (AU)

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