| Processo: | 11/50840-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Sanitária - Recursos Hídricos |
| Pesquisador responsável: | Maria Do Carmo Bittencourt de Oliveira |
| Beneficiário: | Maria Do Carmo Bittencourt de Oliveira |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Assunto(s): | Alelopatia Cianobactérias Toxinas bacterianas Microalgas Fitoplâncton |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alelopatia | Cianobacterias | Cianotoxinas | Hfitoolacton | Microcistina | Saxitoxinas |
Resumo
Efeitos alelopáticos são interações bioquímicas, tanto de estímulos quanto de inibição, entre diferentes produtores primários. A hipótese que as cianotoxinas têm ação alelopática ainda não foi confirmada pois os resultados obtidos até o momento são controversos, visto que as concentrações de toxinas testadas não são usuais no ambiente. Esse estudo visa avaliar os efeitos alelopáticos das saxitoxinas (SX) e microcistinas (MC) no crescimento das microalgas verdes (Monoraphidium convolutum (Corda) Komárková-Legnerová (CMEA/UFF0201 e Scenedesmus acuminatus (UFSCar036), bem como em cianobactérias tóxicas e não-tóxicas (Microcystis wesenbergii (Komárek) Komárek, M. pannifomis Komárek e M. aeruginosa (Kützing) Kützáng). Serão realizados três diferentes experimentos: a) algas verdes versus extratos brutos de cianobactérias tóxicas e não tóxicas; b) algas verdes versus cianobactérias, e c) cianobactérias versus extrato brutos de algas verdes.Os experimentos ocorrerão sob condições controladas de temperatura, fotoperíodo e intensidade luminosa (24± 1°C, 14:10h-claro:escuro e 50μmol.m-2.s-1). Os efeitos alelopáticos serão testados a partir do acompanhamento do crescimento das microalgas verdes e cianobactérias durante 15 dias através da contagem do número de células e concentrações de microcistinas, quando for o caso. A hipótese a ser testada é que baixas concentrações microcistinas não exercem efeitos alelopáticos sobre o crescimento de algas verdes e cianobactérias. Os resultados também servirão de subsídios para discutir a interação entre espécies fitoplanctônicas de cianobactérias e microalgas verdes visando aprofundar os conhecimentos destas relações na estrutura da comunidade fitoplanctônica. (AU)
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