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Célula tronco tumoral no câncer de mama localmente avançado

Processo: 11/13020-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2011 - 30 de junho de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Daniel Guimarães Tiezzi
Beneficiário:Daniel Guimarães Tiezzi
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Geraldo Aleixo da Silva Passos Júnior ; João Santana da Silva ; Jurandyr Moreira de Andrade ; Valdair Francisco Muglia
Assunto(s):Oncologia  Neoplasias mamárias  Quimioterapia  Células-tronco 

Resumo

O carcinoma de mama é uma doença altamente prevalente e incidente. Em nosso meio cerca de metade dos casos são diagnosticados em estádios localmente avançados e/ou disseminados. Nesta situação o índice de sucessos terapêuticos é pequeno. A quimioterapia neoadjuvante tem sido empregada como tratamento inicial para estas pacientes. Sabemos que o maior benefício do tratamento citotóxico é atingido em pacientes com resposta patológica completa ao tratamento neoadjuvante. Este grupo de pacientes representa cerca de 20% dos casos. Identificar previamente um grupo de pacientes que mais se beneficiariam da terapia neoadjuvante pode reduzir custos de tratamento bem como evitar efeitos adversos no grupo de pacientes com baixa probabilidade de resposta. No entanto, ainda não é possível fazer tal predição, mesmo com a utilização de técnicas avançadas de biologia molecular.Recentemente vem sendo citado na literatura a presença de células tronco tumorais (CTT) como aquelas responsáveis pelas recorrências tumorais. Esta sub-população celular é capaz de repovoar o hospedeiro com células tumorais de mesma origem. Postula-se também que esta subpopulação celular seja resistente ao tratamento radio e quimioterápico. Assim, o prognóstico de uma paciente dependeria diretamente da quantidade ou qualidade de CTTs presentes em seu tumor na época do tratamento. Identificar, caracterizar e quantificar a presença de CTTs no tumor primário pode ser um método efetivo de predição de resposta à quimioterapia neoadjuvante no câncer de mama localmente avançado. Este estudo tem por objetivo avaliar a quantidade, estimada por citometria de fluxo e o perfil genético das CTTs (isoladas por FACS) bem como estudar parâmetros pré-definidos de imagens por RNM que possam estimar o volume de CTTs no tumor primário antes do início da terapêutica anti-neoplásica e correlacioná-los com a resposta patológica ao esquema de tratamento empregado. Recentemente vem sendo citado na literatura a presença de células tronco tumorais (CTT) como aquelas responsáveis pelas recorrências tumorais. Esta sub-população celular seria capaz de repovoar o hospedeiro com células tumorais de mesma origem. Postula-se também que este tipo de células seja resistente ao tratamento radio e quimioterápico. Assim, o prognóstico de uma paciente dependeria diretamente da quantidade de CTTs presentes em seu tumor na época do tratamento. Identificar e quantificar a presença de CTT no tumor primário pode ser um método efetivo de predição de resposta à quimioterapia neoadjuvante no câncer de mama localmente avançado. Este estudo tem por objetivo avaliar a quantidade de CTT por citometria de fluxo bem como estudar parâmetros pré-definidos de imagens por RNM que possam estimar o volume de CTT no tumor primário antes do início da terapêutica anti-neoplásica e correlacioná-los com a resposta patológica ao esquema de tratamento empregado. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
SICCHIERI, RENATA DANIELLE; DA SILVEIRA, WILLIAN ABRAHAM; MOURO MANDARANO, LARISSA RAQUEL; GONCALVES DE OLIVEIRA, TATIANE MENDES; ANGOTTI CARRARA, HELIO HUMBERTO; MUGLIA, VALDAIR FRANCISCO; DE ANDRADE, JURANDYR MOREIRA; TIEZZI, DANIEL GUIMARAES. ABCG2 is a potential marker of tumor-initiating cells in breast cancer. TUMOR BIOLOGY, v. 36, n. 12, p. 9233-9243, DEC 2015. Citações Web of Science: 5.

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