| Processo: | 11/50150-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Paulo Cezar Ceresini |
| Beneficiário: | Paulo Cezar Ceresini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ilha Solteira |
| Assunto(s): | Adaptação biológica Brachiaria Rhizoctonia solani Fungos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adaptacao Ecologica |
| Publicação FAPESP: | https://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/science_of_the_amazon_9_24_25.pdf |
Resumo
Patógenos emergentes são organismos que foram recentemente introduzidos (invasores), descobertos ou reconhecidos; evoluíram recentemente; aumentaram em incidência, se expandiram geograficamente ou quanto à gama de hospedeiros; ou mudaram suas propriedades patogênicas. Um fungo patogênico emergente tem o potencial de tornar-se de natureza endêmica, epidêmica e até mesmo pandêmica. Novas doenças fúngicas devastadoras estão constantemente emergindo do ecossistema. Usando a teoria da evolução e abordagens filogeográficas, nosso objetivo é desenvolver um arcabouço para se avaliar a emergência de novos patógenos considerando a adaptabilidade à mudanças ambientais e o ajuste entre novos patógenos invasores e novas combinações hospedeiros / ambientes. Nós escolhemos um sistema para estudar a emergência de uma doença fúngica devastadora no Brasil causada por Rhizoctonia soiani AG-1 IA que originalmente infecta arroz, tem distribuição mundial e emergiu como patógeno da Brachiaria na Amazônia Brasileira e Colombiana. As perguntas que apresentamos nesta proposta são: i. A emergência desta doença ocorreu devido à introdução do patógeno em novos ambientes ou ocorreram pulos de hospedeiros entre espécies que se sobrepunham geograficamente? ii. A emergência dessa doença foi facilitada por alterações ambientais, tais como mudanças de habitat (p.e., substituição ou rotação de culturas)? iii. Considerando-se o potencial do patógeno para saltos de hospedeiros, a suscetibilidade dos hospedeiros e o fato de já ter emergido independentemente por duas vezes, é possível prever o padrão de emergência desta doença em um novo agroecossistema? Nossa hipótese é que no Vale do Paraíba em São Paulo (onde as culturas de Brachiaria e de arroz estão geograficamente sobrepostas) as populações locais de R. soiani AG-1 IA poderão também emergir como patógeno da Brachiaria. (AU)
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