| Processo: | 11/11810-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese |
| Pesquisador responsável: | Ticiana Sidorenko de Oliveira Capote |
| Beneficiário: | Ticiana Sidorenko de Oliveira Capote |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Pesquisadores associados: | Ana Maria Minarelli Gaspar ; Catarina Satie Takahashi ; Helio Paulo Primiano Junior ; Mauricio Cavicchioli ; Sidney José Lima Ribeiro ; Sybele Saska Specian ; Younes Messaddeq |
| Assunto(s): | Biomateriais Regeneração tecidual guiada Genotoxicidade Testes de mutagenicidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomaterial | citotoxicidade | Genotoxicidade | mutagenicidade | Biomateriais |
Resumo
Nos últimos anos a biotecnologia tem avançado no desenvolvimento de biomateriais para regeneração tecidual e para sua utilização como dispositivos médicos. Nesse ínterim, membranas reabsorvíveis vêm apresentando resultados promissores na regeneração de tecidos, sistemas de liberação de medicamentos e modelos utilizados em engenharia tecidual. O Instituto de Química da UNESP, Campus Araraquara - IQ/UNESP desenvolveu a partir de celulose bacteriana (CB) compósitos para utilização como lentes de contato cuja patente já está depositada. Com o intuito de acrescentar propriedades terapêuticas à lente de contato desenvolvida com a CB, foi incorporada a ela fármacos como ciprofloxacina e diclofenaco de sódio. No entanto, para certificar-se do uso seguro desses compósitos pela indústria de dispositivos médicos, é necessário verificar se não possuem atividade citotóxica, genotóxica e/ou mutagênica. Essa é a proposição do presente estudo, caracterizando assim uma importante parceria entre docentes do IQ, da Faculdade de Odontologia (UNESP-Campus Araraquara) e da Universidade de São Paulo. Além da citotoxicidade, é muito importante avaliar o potencial genotóxico e mutagênico destes biomateriais, pois, sem isso, caso os biomateriais ofereçam tais riscos, eles poderão induzir modificações celulares no tecido adjacente, com possível evolução para a formação de tumores (carcinogênese). Serão realizados ensaios in vitro para verificar se os materiais têm potencial citotóxico (ensaio com o kit XTT e sobrevivência clonogênica), genotóxico (cometa) e mutagênico (micronúcleo). Após a análise estatística dos resultados será possível avaliar se algum dos biomateriais teve efeito citotóxico, genotóxico e/ou mutagênico. Essa informação é fundamental para a liberação segura do biomaterial para futura utilização deste pela indústria de dispositivos médicos. (AU)
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