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Investigação do papel da AMPK hipotalâmica na modulação da gliconeogênese hepática induzida pela frutose

Processo: 11/10547-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2011 - 30 de setembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:SILVANA AUXILIADORA BORDIN DA SILVA
Beneficiário:SILVANA AUXILIADORA BORDIN DA SILVA
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Gabriel Forato Anhê
Assunto(s):Sistema endócrino  Gluconeogênese  Proteínas quinases ativadas por AMP  Fisiologia endócrina  Hipotálamo  Proteínas quinases  Frutose 

Resumo

As dietas ricas em frutose são conhecidas por causar uma série de alterações metabólicas associadas à síndrome metabólica em humanos e roedores, tais como elevação da glicemia de jejum, resistência à insulina, aumento de triglicérides circulantes e esteatose hepática. Mais especificamente, trabalhos relatam que a frutose causa resistência hepática à ação da insulina e aumento da gliconeogênese por mecanismos ainda não completamente conhecidos. Recentemente, uma série de estudos tem demonstrado a importância da regulação extra-hepática da gliconeogênese parta a fisiopatologia do Diabetes Mellitus, especialmente aquela que envolve a participação hipotálamo. A ativação da via da AMPK no hipotálamo, por exemplo, resulta em aumento do débito hepático de glicose. Em paralelo, outros estudos demonstram que a frutose estimula a ingestão alimentar através da ativação da AMPK no sistema nervoso central. Ainda neste contexto, foi descrito que a AMPK resulta na despolarização neuronal após fosforilação e ativação da nNOS. O NO, por sua vez, ativa a via GCs que reduz a permeabilidade celular ao Cl-. O objetivo do presente projeto será investigar se a ativação da via AMPK/nNOS/GCs hipotalâmica induzida pela frutose controla a ingestão alimentar e a gliconeogênese hepática. Serão utilizados ratos Wistar adultos previamente submetidos à cirurgia estereotáxica para a implantação de cânula metálica no ventrículo lateral hipotalâmico, através do qual serão realizados os tratamentos com injeções intracerebroventricular contendo frutose, composto C, AICAR (respectivamente inibidor e ativador da AMPK), L-NAME (inibidor de NOS) ou ODQ (inibidor de GSs). Fragmentos de tecido hepático e hipotalâmico serão processados para análise por Western Blot de pAMPK, pACC, pNOS, pCFTR PEPCK e G6Pase. O Teste de tolerância ao Piruvato será realizado para estimar a gliconeogênese. Fragmentos de hipotálamo também serão usados para determinação dos níveis de cGMP (AU)

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