| Processo: | 10/51116-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Cibele Nunes Peroni |
| Beneficiário: | Cibele Nunes Peroni |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Queratinócitos Hormônio do crescimento Terapia genética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Camundongos Lit/Lit E Lit/Scid | Eletrotransferencia | Hormonio De Crescimento | Naked Dna | Queratinocitos | Terapia Genica |
Resumo
Nosso grupo de pesquisa tem recentemente utilizado uma administração direta "in vivo" de DNA plasmidial no músculo quadríceps de camundongos anões (lit/lit) e anões imunodeficientes (lit/scid). A princípio esta estratégia tinha a finalidade de realizar uma comparação com um modelo de terapia gênica cutânea ex vivo, baseado na transdução, mediante vetores retrovirais, de queratinócitos humanos primários para serem implantados em camundongos lit/scid, onde investimos esforços substanciais. No nosso caso específico, foram utilizados os genes do hormônio de crescimento humano (hGH) e de camundongo (mGH) para a transdução dos queratinócitos, os quais apresentaram níveis elevados e estáveis de expressão in vitro, mas foram detectados na circulação dos animais por um máximo de 12 dias. Quando foi realizada a administração intramuscular de um plasmídeo contendo o gene do hGH seguida de eletroporação, foram obtidos pela primeira vez níveis circulatórios de 1,5 a 3,0 ng hGH/ml durante 60 dias. Foi também obtido um aumento de peso altamente significativo de 33,1% para o grupo de lit/scid tratado, comparado a uma queda de peso de 4,2% no grupo controle. A partir destes resultados iniciais bastante promissores, nós pretendemos agora estudar mais profundamente os efeitos endócrinos e parácrinos do hGH após a administração de DNA plasmidial em nossos modelos animais, analisando outros parâmetros, tais como: peso do músculo tratado e não tratado, peso de outros órgãos (fígado, rins, coração, baço), comprimento dos animais, determinação de mIGF-I e de glicose. Outras comparações de promotores e seqüências gênicas (DNA genômico ou complementar) também serão realizadas, além de um estudo similar em camundongos anões imunocompetentes (lit/lit) com a injeção do DNA do mGH. Nós acreditamos que este trabalho, realizado em colaboração com a Unidade de Endocrinologia Genética da FMUSP, será de grande valia para o planejamento futuro de protocolos pré-clínicos e clínicos de terapia gênica, baseada em administração de DNA, para pacientes com deficiência de GH (GHD). (AU)
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