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Plauto, Cásina

Processo: 11/17283-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil
Vigência: 01 de novembro de 2011 - 28 de fevereiro de 2014
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Literaturas Clássicas
Pesquisador responsável:Isabella Tardin Cardoso
Beneficiário:Isabella Tardin Cardoso
Instituição-sede: Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Literatura latina  Mulheres  Comédia 

Resumo

A peça Cásina (Casina), provável produção do fim da carreira do poeta romano Tito Mácio Plauto (III-II a.C.), carece de observação mais atenta no cenário mais recente dos estudos sobre o autor. É notável que essa comédia, ao que saibamos, não tenha recebido anteriormente tradução em nosso país, sobretudo porque um passar de olhos pelas intrigas e confusões da peça, já nos revela uma infinidade de aspectos da poesia plautina. Em muitos casos se trata de características sutis, muitas das quais têm passado despercebidas para a maioria dos críticos. Como procuramos ressaltar, certos recursos humorísticos e poéticos abundam em Cásina: desde o próprio nome dos personagens até passagens em que podemos notar teatro dentro do teatro (fenômeno tratado mais recentemente como "metateatralidade"). A trama, mesmo que típica do drama plautino, constrói-se de tal maneira a destacar de modo especial personagens que em outras peças não recebem tanto realce: as mulheres. Seja no papel da típica matrona plautina (esposa ciumenta), seja na inventividade da escrava, ou até mesmo, na figura de uma falsa mulher, os personagens femininos de Cásina chamam a atenção dos leitores modernos, e, provavelmente, também cativariam o público da época. Nossa tradução e análise da peça buscam, entre outros resultados, proporcionar a percepção de tais efeitos humorísticos e póeticos. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Revista Pesquisa FAPESP sobre o auxílio::
O teatro do engano