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Brevipalpus phoenicis (Acari: Tenuipalpidae), vetor da leprose dos citros: aspectos biológicos e interações

Processo: 11/13869-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2012 - 30 de junho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Valdenice Moreira Novelli
Beneficiário:Valdenice Moreira Novelli
Instituição-sede: Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Carlos Alberto Labate ; Elliot Watanabe Kitajima ; Juliana de Freitas Astúa ; Maria Andreia Nunes ; Marinês Bastianel
Assunto(s):Ácaros parasitos de plantas  Entomologia  Interações hospedeiro-parasita  Leprose  Citricultura 

Resumo

Os ácaros do gênero Brevipalpus têm sido foco de atenção pela sua capacidade de transmissão de vários vírus para diferentes plantas. Três grandes culturas de importância econômica - citros, café, e maracujá - são alvos de fitovírus transmitidos por este ácaro. A leprose dos citros é uma das doenças de maior impacto, dado o elevado gasto com uso de acaricidas nos pomares para o controle do ácaro. Estratégias para reduzir o impacto ambiental e financeiro são extremamente desejáveis. Nos últimos anos houve um avanço significativo no conhecimento do vírus da leprose, tipo citoplasmático (CiLV-C), incluindo o diagnóstico através de testes moleculares e a síntese de anticorpos policlonais para detecção imunológica. Dados de microscopia e PCR em tempo real (qPCR) sugerem que a interação vírus-vetor seria persistente circulativa. Porém, apesar de haver muitas informações sobre o CiLV-C, pouco se sabe sobre aspectos biológicos do ácaro e a influência do CiLV-C, ou sobre os parâmetros envolvidos na sua transmissão. Neste trabalho, os objetivos são obter informações sobre a embriologia e desenvolvimento de B. phoenicis; avaliar se o vírus interfere na capacidade reprodutiva e longevidade do ácaro; considerando a presença de simbiontes, estabelecer em qual fase biológica do vetor há maior eficiência para a transmissão do vírus; estimar a concentração do simbionte nas fases de vida do ácaro e; obter perfil de proteínas em ácaros virulíferos e avirulíferos. Com os resultados espera-se ampliar as informações sobre as interações que ocorrem no patossistema leprose, as quais poderão ser úteis para propor novas alternativas e estratégias para o manejo e controle da doença. (AU)