| Processo: | 11/19458-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Sandra Helena Penha de Oliveira |
| Beneficiário: | Sandra Helena Penha de Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araçatuba |
| Pesquisadores associados: | Antonio Hernandes Chaves Neto ; Caril Constante Ferreira Do Amaral ; Carmen Veríssima Ferreira ; Doris Hissako Matsushita |
| Assunto(s): | Osteogênese Osteoblastos Células-tronco mesenquimais Diabetes mellitus Inflamação Insulina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células-tronco mesenquimais | diferenciação | osteoblastos | ratos espontaneamente hipertensos | Sinalização inflamatória | sinalização insulínica | Biologia Óssea |
Resumo
Diabetes mellitus tipos 1 e 2 podem causar anormalidades esqueléticas caracterizadas pelo aumento do risco de fraturas ósseas, retardo na cicatrização de fraturas, osteoporose, dor e perda de produtividade dos pacientes. Métodos terapêuticos efetivos são escassos, pois não está claro o mecanismo pelo qual o Diabetes mellitus leva as alterações ósseas. Hiperglicemia pode ser destacada como um dos fatores de risco de tais desordens ósseas em pacientes diabéticos não controlados. Ratos SHR (spontaneously hypertensive rats) constituem um modelo genético de hipertensão arterial essencial e de resistência periférica a insulina que apresentam danos na arquitetura óssea, entretanto é desconhecido se o genótipo hipertensivo pode afetar a função e metabolismos de células-tronco mesenquimais (CTMs) durante a diferenciação osteogênica. Devido às alterações na via de sinalização insulínica em adipócitos e células musculares lisas da aorta de ratos SHR, na primeira etapa deste trabalho nós investigaremos in vitro se osteoblastos também demonstram o mesmo padrão de alterações da via de sinalização insulínica. Estes dados podem revelar um novo mecanismo pelo qual os ratos SHR são mais susceptíveis a prejuízos no metabolismo e arquitetura óssea. Na segunda etapa será avaliado se o genótipo hipertensivo pode aumentar a suscetibilidade in vitro de CTMs da medula óssea de ratos SHR frente ao impacto da alta concentração de glicose durante a diferenciação osteogênica induzida através do ácido ascórbico/beta-glicerofosfato/dexametasona. Enfatizamos que as CTMs serão provenientes de ratos SHR jovens (4 semanas) que não estabeleceram a hipertensão, a fim de evidenciar apenas a influência do genótipo hipertensivo. Os questionamentos acima serão avaliados e respondidos a partir dos seguintes parâmetros: expressão gênica de proteínas da via de sinalização insulínica, fatores de transcrição osteogênicos e adipogênico e proteínas de matriz óssea colágena e não-colágena; proliferação celular; atividade de fosfatase alcalina; mineralização biológica da matriz extracelular; expressão e secreção de citocinas pró-inflamatórias e osteoclastogênicas; modulação diferencial das vias de sinalização insulínica, inflamatória e proteínas quinases ativadas por agentes mitogênicos (MAPKs). (AU)
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