| Processo: | 11/15565-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | José Honório de Almeida Palma da Fonseca |
| Beneficiário: | José Honório de Almeida Palma da Fonseca |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Aline Couto Carneiro ; Carolina Baeta Neves Duarte Ferreira ; Diego Felipe Gaia dos Santos ; Enio Buffolo ; Jose Augusto Marcondes de Souza |
| Assunto(s): | Procedimentos cirúrgicos cardiovasculares Ponte cardiopulmonar Prótese vascular Valva aórtica Cateterismo cardíaco |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cateterismo cardíaco | Endopróteses | Ponte cardiopulmonar | Valva Aórtica | Cirurgia Cardiovascular |
Resumo
A troca valvar aórtica é um procedimento estabelecido. Apesar disso, alguns pacientes apresentam risco elevado. Alternativas têm sido propostas nestes doentes, porém persistem limitações e não existe consenso sobre o dispositivo mais adequado. A correção tradicional envolve a substituição valvar com circulação extracorpórea (CEC). Relatos têm demonstrado iniciativas de correção menos invasivas sem a necessidade de CEC. O objetivo deste é o desenvolvimento de valvas aórticas auto-expansíveis montadas em cateteres implantáveis por cirurgia minimamente invasiva sem CEC.MÉTODOS: Endopróteses valvadas serão desenvolvidas e implantas em ovelhas através do apex ventricular. Controle ecocardiográfico e fluoroscópico serão utilizados para guiar o implante. A utilização de marcapasso em alta frequência facilitará a abertura do dispositivo e uma sutura em bolsa ocluirá o ápex ventricular após os implantes. Medidas hemodinâmicas invasivas e não-invasivas serão realizadas de maneira seriada.RESULTADOS: Espera-se implante adequado das próteses na posição aórtica e a manutenção de perfil hemodinâmico adequado no seguimento de 1mês. A análise do desempenho hemodinâmico e interação prótese-aorta-via de saída permitirá o desenvolvimento de protótipos a serem utilizados em humanos. CONCLUSÃO: O desenvolvimento de endoprótese valvada auto-expansível permitirá o advento de nova técnica de intervenção valvar aórtica, com tecnologia nacional e possivelmente aplicável a pacientes de alto risco cirúrgico com menor morbi-mortalidade. (AU)
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