| Processo: | 11/09910-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Suzana Cantanhede Orsini Machado de Sousa |
| Beneficiário: | Suzana Cantanhede Orsini Machado de Sousa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Patologia bucal Leucoplasia bucal Carcinogênese bucal Imuno-histoquímica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | C-jun | displasia epitelial | imuno-histoquímica | PI3K- AKT-mTOR | Patologia bucal |
Resumo
A leucoplasia é a mais comum das lesões potencialmente malignas da mucosa bucal acometendo cerca de 2% da população. O termo leucoplasia é descritivo e refere-se a "uma placa branca de risco duvidoso de transformação, que não pode ser diagnosticada como nenhuma entidade específica". Através destas lesões tão comuns em boca e "potencialmente malignas", temos a chance de desvendar mecanismos da carcinogênese bucal. Assim, estudando a literatura, observamos que algumas vias de sinalização ainda tem seu papel na carcinogênese oral, obscuro. Uma delas é a via PI3K- AKT-mTOR, cujos estudos mostram ser o mTOR um promissor agente de avaliação terapêutica. Outras proteínas que tem papel importante no processo de carcinogênese bucal são os fatores de transcrição da família AP1. Entre eles destaca-se o c-jun, já estudado em nosso laboratório. Desta forma, no presente estudo iremos avaliar a expressão imunohistoquímica de lesões bucais diagnosticadas clinicamente como leucoplasias, seguindo o seu critério de definição, eliminando-se as possibilidades de outras lesões, e que histologicamente foram diagnosticadas como displásicas ou não. A displasia epitelial será graduada em leve, moderada e severa, e posteriormente re-classificada de acordo com o sistema binário de classificação, baixo e alto risco de transformação maligna. Ainda para termos comparativos analisar-se-á também a expressão das mesmas proteínas em lesões reativas de mucosa bucal e em carcinomas epidermóides. Serão avaliadas no mínimo 30 lesões para cada grupo de estudo, em um total de 6 grupos, ou 180 casos. Os casos serão obtidos nos arquivos do serviço de patologia cirúrgica da FOUSP. As informações clínicas, relativas a sexo e idade do paciente, hábitos, localização, aspecto e duração da lesão serão compiladas conforme constantes na ficha de solicitação de exame. Os antígenos pesquisados serão os seguintes: pAKT, pmTOR, 4EB-P1, eIF4E , PTEN, cJun, p-cjun e JAB1. As lâminas serão observadas por 3 patologistas previamente calibrados e a marcação dos diversos anticorpos será avaliada quantitativamente e qualitativamente, através da aquisição de imagens realizadas com o uso de um fotomicroscópio. (AU)
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