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Quantificação estereológica de populações celulares do córtex pré-frontal de ratos submetidos a anóxia neonatal

Processo: 11/18295-1
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2012 - 28 de fevereiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Roelf Justino Cruz-Rizzolo
Beneficiário:Roelf Justino Cruz-Rizzolo
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Edilson Ervolino ; Maria Inês Nogueira ; Samira Schultz Mansur ; Silvia Honda Takada
Assunto(s):Hipóxia encefálica  Córtex cerebral 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:anoxia | córtex cerebral | Estereologia | hipóxia | Anatomia

Resumo

Os quadros de hipóxia (HN) ou anóxia (AN) neonatal, onde ocorre uma diminuição do teor de oxigênio nos tecidos orgânicos, representam um problema de saúde pública importante. Estudos epidemiológicos indicam que eventos hipóxicos/anóxicos durante o parto podem representar fatores de risco para o surgimento tardio de condições psiquiátricas onde o córtex pré-frontal desempenha uma atuação fundamental, como o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), autismo e, fundamentalmente, esquizofrenia. Este estudo visa estabelecer se as alterações estruturais encontradas no córtex pré-frontal de pacientes com essas condições clínicas podem ser reproduzidas em modelos experimentais de AN. Para isto, em modelo de AN em ratos, analisaremos mediante análise estereológica populações neuronais e gliais da região do córtex pré-frontal medial, comumente afetadas nessas situações. Esta análise incluirá a quantificação da população neuronal geral evidenciada por imuno-histoquímica para NeuN (proteína nuclear específica de neurônios); a população neuronal sintetizadora de proteínas ligantes do cálcio, mostrada por imuno-histoquímica para parvalbumina, calbindina e calretinina que, representando mais de 90% dos neurônios gabaérgicos do córtex cerebral, permitem analisar eventuais modificações no circuito deste neurotransmissor; a população neuronal produtora de reelina, glicoproteína sintetizada por subgrupo de neurônios gabaérgicos, essencial na migração neuronal e sinaptogênese; e a população astrocitária por imuno-histoquímica para GFAP (proteína glial fibrilar ácida). (AU)

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