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Análise tomográfica da formação óssea em defeito segmentar na mandíbula de coelhos preenchido com bloco de osso bovino liofilizado

Processo: 11/21079-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2012 - 28 de fevereiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Renato Yassutaka Faria Yaedú
Beneficiário:Renato Yassutaka Faria Yaedú
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Implantes osseointegrados  Transplante ósseo  Enxerto ósseo  Tomografia computadorizada de feixe cônico  Xenoenxertos 

Resumo

A reabilitação com implantes osseointegráveis de pacientes com deficiência de altura e espessura do rebordo alveolar é a principal indicação para os enxertos ósseos na região maxilofacial. Dentre estes enxertos, o autógeno é considerado o padrão ouro, por sua propriedade osteogênica, osteoindutora e osteocondutora. No entanto, este necessita de um segundo leito cirúrgico, levando ao aumento da dor, do edema e do risco de infecções pós-operatórias. Então, pesquisadores passaram a desenvolver formas de tornar outras modalidades de enxerto uma alternativa ao autógeno, sendo recentemente desenvolvida uma nova técnica de liofilização de enxertos de origem bovina, a qual visa manter suas propriedades o mais próximo possível ao osso in natura. Testes preliminares já revelaram que este novo enxerto possui boa biocompatibilidade e propriedades físicas. Porém, estes testes foram realizados somente em cirurgias de revisão de artroplastia total de quadril, não se conhecendo o seu desempenho na região maxilofacial. Portanto, este estudo pretende avaliar a capacidade do bloco de osso bovino liofilizado de regenerar osso em altura e espessura na região maxilofacial. Para isto, o modelo experimental escolhido consiste na criação de defeitos de tamanho crítico na base da mandíbula de coelhos, onde um lado será preenchido com este enxerto e o outro servirá de controle. A altura, espessura e densidade obtidas serão avaliadas através de exames de tomografias computadorizadas de feixe cônico. É esperado que o enxerto obtido por este novo método seja capaz de formar osso em altura, espessura e qualidade suficiente para a instalação de implantes osseointegráveis, tornado-se uma boa alternativa ao enxerto autógeno. (AU)