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Correlação entre desempenho motor e polimorfismos genéticos em jogadores de futebol

Processo: 11/21586-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2012 - 31 de agosto de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Sandra Lia do Amaral Cardoso
Beneficiário:Sandra Lia do Amaral Cardoso
Instituição-sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Pesq. associados:Carlos Ferreira dos Santos
Assunto(s):Atletismo  Futebol  Jogadores de futebol  Polimorfismo genético  Fibras musculares  Desempenho motor 

Resumo

O desempenho esportivo é um fenômeno complexo que requer a combinação integrada de muitos fatores modificáveis ou não que culminarão em uma resposta de movimento mais efetiva. Tem sido demonstrado que as características antropométricas e cardiovasculares, bem como composição de fibras musculares, capacidade de adaptação ao treinamento, captação máxima de oxigênio, utilização de substratos energéticos, equilíbrio eletrolítico e hormonal possam ser diretamente influenciadas pela herança genética dos indivíduos. Em busca da excelência, preparadores físicos estão constantemente buscando novas estratégias. A tecnologia atual nos permite identificar polimorfismos genéticos e assim tornar um atleta ou uma equipe campeã. Porém os trabalhos que identificam os polimorfismos e os correlacionam com respostas de desempenho motor ainda são escassos em esportes coletivos. Para tanto o objetivo deste trabalho é avaliar se as diferentes respostas de desempenho dos atletas de futebol podem ser parcialmente explicadas pela presença de diferentes polimorfismos genéticos. Assim, os objetivos específicos são 1/ Correlacionar os resultados dos testes de desempenho de força e velocidade com a presença ou não do polimorfismo do gene da ACTN3 e angiotensinogênio uma vez que estes genes se correlacionam com o desenvolvimento da força em atividades distintas; 2/ Correlacionar os resultados dos testes de desempenho de resistência com a presença ou não do polimorfismo do gene AMPD1 já que os atletas polimórficos para este gene podem apresentar lentidão na ressíntese de ATP muscular após o teste de resistência, logo uma menor capacidade de resistência física e3/Correlacionar os resultados de hipertrofia cardíaca e desempenho no teste de resistência com os polimorfismos dos genes do angiotensinogênio e da enzima conversora de angiotensina. Serão avaliados 100 atletas de futebol, com idades entre 14 e 20 anos. Pressão arterial e frequência cardíaca serão aferidas após 10 minutos de repouso. O DNA será extraído da saliva de cada voluntário. Os polimorfirmos dos genes ACTN3, AMPD1, angiotensinogênio e da enzima conversora de angiotensina (ECA) serão avaliados pelo sistema de reação em cadeia da polimerase (PCR) em tempo real. Em seguida serão realizados os teste de força explosiva dos membros inferiores, força vertical com e sem auxílio dos membros, tempo de deslocamento e de resistência especial (aeróbia e anaeróbia). (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Revista Pesquisa FAPESP sobre o auxílio::
DNA de campeão?