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Efeito da tributirina, pró-droga de butirato, sobre a resistência à insulina associada à obesidade

Processo: 12/00131-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2012 - 28 de fevereiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Tatiana Carolina Alba Loureiro
Beneficiário:Tatiana Carolina Alba Loureiro
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Marco Aurélio Ramirez Vinolo ; Niels Olsen Saraiva Câmara ; Sandro Massao Hirabara ; William Tadeu Lara Festuccia
Assunto(s):Obesidade  Butiratos 

Resumo

A obesidade representa grave problema de saúde pública. Essa condição patológica está associada a altas taxas de morbidade e mortalidade, o que se explica pela sua associação com doenças crônicas como hipertensão arterial, dislipidemia e diabetes mellitus do tipo 2 (DM2). A obesidade promove quadro de inflamação crônica de baixa intensidade, o qual está envolvido na disfunção de vários órgãos e tecidos como pâncreas, músculo esquelético e fígado. Por outro lado, os ácidos graxos de cadeia curta, particularmente, o butirato, apresentam importantes efeitos anti-inflamatórios. Neste projeto temos como objetivo investigar o efeito da suplementação com tributirina, pró-droga de butirato, sobre o quadro inflamatório e o desenvolvimento de resistência à insulina em modelo murino de obesidade. Para tanto, utilizaremos camundongos C57BL/6 induzidos à obesidade com dieta hiperlipídica e animais ob/ob (deficientes de leptina, geneticamente obesos). Os mesmos receberão tributirina (2 g/kg de peso corpóreo) ou água por gavagem pelo perídodo de 10 semanas. Após esse período, serão determinadas a resposta à insulina (ITT e metabolismo de glicose e sinalização ao hormônio em músculo esquelético isolado), produção de mediadores inflamatórios por macrófagos e tecido adiposo branco e ativação de vias inflamatórias no fígado, músculo esquelético e tecido adiposo. O presente projeto é importante não somente para a compreensão dos mecanismos envolvidos na fisiopatologia da resistência à insulina, mas também para investigação de possível intervenção preventiva e/ou terapêutica com o uso de butirato. (AU)