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Relação dos biomarcadores com alterações morfofuncionais cardíacas na diferenciação entre pré-eclâmpsia precoce e tardia

Processo: 11/17992-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2012 - 31 de março de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Vera Therezinha Medeiros Borges
Beneficiário:Vera Therezinha Medeiros Borges
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados:Beatriz Bojikian Matsubara ; Jose Carlos Peraçoli ; Maria Terezinha Serrão Peraçoli
Assunto(s):Clínica médica  Obstetrícia  Pré-eclâmpsia  Biomarcadores  Proteína C-reativa  Fator natriurético atrial  Citocinas 

Resumo

Objetivo: Avaliar os biomarcadores sanguíneos em gestantes com pré-eclâmpsia precoce e tardia e sua associação com alterações morfofuncionais cardíacas. Sujeitos e métodos: Será realizado estudo prospectivo e transversal em gestantes com pré-eclâmpsia, que receberem assistência pré-natal e/ou ao parto no Serviço de Obstetrícia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP. As gestantes serão estratificadas, de acordo com a idade gestacional no momento do diagnóstico em dois grupos: pré-eclâmpsia precoce (<34 semanas) e pré-eclâmpsia tardia (e34 semanas). O grupo controle será composto de gestantes normotensas, sem patologias e pareadas pela idade gestacional. Em seguida serão colhidas amostras de sangue para dosagem dos biomarcadores (proteína C-reativa, peptídeo natriurético cerebral e as citocinas: TNF-alfa IL-1beta, IL-6, IL-10, TGF-beta1) e realizado exames de ecocardiografia materna. O cálculo do tamanho amostral foi de 28 mulheres por grupo. Os resultados serão estatisticamente analisados para comparação entre os grupos. Para todas as comparações estatísticas será considerado limite mínimo de significância de 95% (p<0,05). Resultados esperados: Espera-se com desenvolvimento deste projeto entender melhor a fisiopatologia da pré-eclâmpsia, bem como aprimorar métodos de identificação das diferentes manifestações da doença, em suas fases precoce e tardia e que estes resultados possam no futuro estabelecer estratégias diferentes de prevenção e tratamento farmacológico. (AU)