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Comportamento do estrôncio na forma de ranelato no organismo de mulheres acima de 50 anos com níveis superiores e inferiores de densidade mineral óssea

Processo: 11/21224-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2012 - 30 de setembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Vivian Marques Miguel Suen
Beneficiário:Vivian Marques Miguel Suen
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Geriatria  Osteoporose  Densidade óssea  Ranelato de estrôncio  Estrógenos 

Resumo

A população brasileira vem envelhecendo de forma rápida. O envelhecimento traz consigo um aumento de morbidades tais como artrite, hipertensão arterial e outras, sendo a osteoporose uma delas. A osteoporose é caracterizada pela redução da massa e alteração da arquitetura óssea, resultando em maior risco de fraturas. As mulheres são mais suscetíveis, pois formam menor massa óssea e passam pela menopausa, com queda abrupta dos níveis de estrógeno, importante na manutenção da estrutura óssea. O tratamento da osteoporose, visa a prevenção das fraturas e a redução da morbi-mortalidade. Alem das medidas dietéticas e hábitos salutares, da suplementação de cálcio e vitamina D, estudos têm demonstrado a eficácia do estrôncio no tratamento da osteoporose, entretanto, existe uma escassez de informações sobre os efeitos do estrôncio no organismo humano e sua relação com outros nutrientes associados ao metabolismo ósseo, notadamente em idosos. Este estudo pretende verificar o efeito da administração do estrôncio, durante 2 meses, em mulheres nos quartis inferiores e superiores de densidade mineral óssea. Este efeito será avaliado pela determinação do estrôncio plasmático, urinário e salivar antes, no dia seguinte e após 2 meses da administração diária de 680mg de estrôncio. (AU)