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Nanoskin: uso para reposição de volume na cavidade anoftálmica e na reparação de feridas superficiais e profundas da pele

Processo: 11/21437-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2012 - 31 de março de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Silvana Artioli Schellini
Beneficiário:Silvana Artioli Schellini
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):12/10177-2 - Nanoskin: uso para reposição de volume na cavidade anoftálmica e na reparação de feridas superficiais e profundas da pele, BP.TT
Assunto(s):Oftalmologia  Teste de materiais  Biomateriais  Celulose 

Resumo

Nanoskin é uma celulose produzida por uma bactéria Gram-negativa, a partir de cana-de-açúcar. A presente proposta pretende aplicar a Nanoskin experimentalmente em dois diferentes estudos, com o objetivo de avaliar a biocompatibilidade do material para possível aplicação no reparo de feridas extensas e para devolução de volume para cavidades anoftálmicas. Os autores ressaltam a importância de se chegar ao desenvolvimento de um material que possa chegar ao mercado, com tecnologia nacional e com preços acessíveis. Estudo 1: serão utilizados 24 coelhos que terão o olho direito eviscerado (G1) ou enucleado (G2), com reposição do volume perdido usando esferas de Nanoskin de 10 mm de diâmetro. O grupo controle (G3) será composto por animais de estudo prévio, nos quais foram implantadas esferas de polietileno poroso (Schellini et al., 2005). Os animais serão sacrificados aos 7, 90 e 180 dias após a cirurgia inicial. A biocompatibilidade das esferas será estudada por meio de exame clínico diário, exame histológico e morfométrico da reação tecidual. As variáveis quantitativas serão submetidas à análise estatística. Estudo 2: serão utilizadas 40 cobaias, as quais terão removido um fragmento de pele e subcutâneo da região dorsal e mediana, medindo 2 cm X 4 cm. Os animais serão alocados em dois grupos: G1 no qual a ferida produzida será reparada na sua porção cranial por enxerto de pele do próprio animal e na porção caudal, reparada por fragmento de Nanoskin; G2, quando a ferida cranial será reparada por fragmento de pele do próprio animal e a caudal, por Nanoskin revestida por gelatina. Em ambos os grupos, no subcutâneo adjacente a porção cranial será implantado fragmento de Nanoskin sem revestimento (G1) ou revestido por gelatina (G2). Cinco animais por grupo serão sacrificados 7, 30, 90 e 180 dias após a cirurgia. Serão realizados exame ectoscópico e morfometria de documentação fotográfica, exame histológico e morfométrico e microscopia eletrônica de transmissão. Os dados serão submetidos à análise estatística (AU)