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Fatores morfológicos, moleculares e do microambiente relacionados ao risco de invasão estromal em carcinomas ductais in situ da mama

Processo: 11/22993-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2012 - 31 de março de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Filomena Marino Carvalho
Beneficiário:Filomena Marino Carvalho
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Neoplasias mamárias  Carcinoma  Imuno-histoquímica 

Resumo

Os carcinomas ductais "in situ" (CDIS) da mama são heterogêneos na apresentação morfológica e risco de evolução. A estimativa do comportamento biológico através das características histológicas tem várias limitações, a começar pela subjetividade inerente ao método. A investigação dos perfis moleculares nos CDIS com os mesmos critérios aplicados para os carcinomas invasores mostra que pode haver diferenças entre os componentes in situ e invasivo. Estes estudos apontam para possível influência de outros fatores na progressão neoplásica. Nesta mesma linha, vários estudos sobre carcinogênese demonstram que as principais diferenças genéticas ocorrem entre o tecido normal e a lesão precursora, mas que a passagem para a forma invasiva deve depender de outros fatores. As células mioepiteliais (CME) correspondem a componente ativo do microambiente e tem provável papel na capacidade de invasão. Neste estudo retrospectivo estudaremos amostras de CDIS dispostas em blocos de microarranjos de tecido, caracterizadas quanto a idade da paciente, perfil molecular, grau e presença de invasão. Os subtipos moleculares das lesões "in situ" e invasivas serão determinados pela expressão imunoistoquímica de RE, RP, HER2, CK 5/6 e EGFR, além do Ki-67 para os carcinomas invasivos. As CME serão avaliadas por diferentes marcadores imunoistoquímicos (CK5/6, actina de músculo liso, CD10, p63, calponina, SMMHC) e analisadas nos diferentes subgrupos no sentido de determinar modificações relacionadas a maior probabilidade de invasão. As mudanças no perfil molecular entre os componentes in situ e invasivo serão exploradas quanto a influência do tipo de perfil, grau e padrão das CME. A definição do fenótipo mioepitelial poderá permitir que esta informação seja agregada à caracterização dos CDIS para melhor previsão do risco de invasão e adequado planejamento terapêutico. (AU)

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