| Processo: | 11/23325-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geografia Física |
| Pesquisador responsável: | Francisco Sergio Bernardes Ladeira |
| Beneficiário: | Francisco Sergio Bernardes Ladeira |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Cleber Jose Soares ; Fabiano Tomazini da Conceição ; Julio Cesar Hadler Neto ; Sandro Guedes de Oliveira |
| Assunto(s): | Geomorfologia Geologia histórica Datação geológica Plataforma continental Geotectônica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | datação (U-Th) | He | Paleosuperfícies | perfis de alteração | Traços de fissão | Geomorfologia |
Resumo
Grandes superfícies Mesozóicas e Terciárias tradicionalmente são utilizadas para correlações regionais em grandes áreas geográficas, trazendo informações de diferentes ordens, mas especialmente no que se refere a antigos tipos climáticos, paleolatitudes, e estabilidade tectônica e ultimamente na pesquisa petrolífera nas áreas de plataforma continental. Na África e na Austrália estas superfícies estão muito bem mapeadas, caracterizadas e correlacionadas, entretanto na América do Sul os trabalhos são muito mais pontuais, o que dificulta as correlações tanto nos territórios dos países e especialmente quando se trata dos diferentes países da América do Sul. O objetivo central deste trabalho é o de inicializar os trabalhos para correlação entre as superfícies de cimeira do Brasil, Uruguai e Argentina. Estas correlações serão possíveis através: 1. Trabalhos de campo conjuntos com os pesquisadores dos três países para troca de conhecimentos das diferentes superfícies nos países; 2. Mapeamentos regionais das superfícies de cimeira nos três países, em escala de reconhecimento; 3. Seleção de áreas específicas para detalhamento, com mapeamentos em maior detalhe, descrições morfológicas de detalhe, análises químicas, análises mineralógicas e quando necessária análise micromorfológica; 4. Mapeamentos correlativos em escala única entre os países; 5. Será avaliada, experimentalmente, a geocronologia das coberturas supérgenas e a termocronologia de áreas específicas, onde os resultados obtidos permitirão a comparação das idades dos depósitos e taxas de erosão e denudação com as de outras regiões, além de fornecer informações adicionais sobre a história de alteração, soerguimento, exumação do relevo, paleoclima e erosividade das regiões envolvidas neste projeto durante o Mesozóico Superior e o Cenozóico Inferior. (AU)
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