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Correlação entre as alterações inflamatórias no encéfalo e a população de linfócitos e células dendríticas nos linfonodos da cabeça em cães com leishmaniose visceral

Resumo

A infecção causada por Leishmania spp. resulta em doença que apresenta uma grande variação nas manifestações clínicas, tanto em humanos como em cães. Estas manifestações variam da observação de cães infectados e assintomáticos à observação de desordens generalizadas que podem resultar na morte do hospedeiro. Cães infectados cronicamente podem apresentar déficit neurológico, entretanto existem poucos relatos que caracterizam as lesões observadas e elucidam a patogenia da forma nervosa da leishmaniose. Em projetos anteriores foi possível verificar a presença de infiltrado inflamatório no encéfalo de cães com Leishmaniose composto principalmente por linfócitos T CD3+, e detectamos também um aumento na intensidade de marcação de astrócitos GFAP+ e de micróglia com o RCA-1. Com objetivo de avaliar os mecanismos que podem levar a lesões encefálicas nestes cães, propomos a caracterização das subpopulações dos linfócitos T por citometria de fluxo nos linfonodos sub-mandibulares e retro-faríngeos, que são considerados como participantes na vigilância imune do encéfalo. Serão avaliados os fenótipos: CD3+, CD4+, CD8+, TCR ±² e TCR ³´. As células dendríticas também serão caracterizadas, usando-se MHC-II e CD11c. Serão obtidos também cortes histológicos do encéfalo dos mesmos cães para avaliação e caracterização das lesões encefálicas e detecção de linfócitos T. (AU)

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