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Polimorfismos genéticos como moduladores do consumo alimentar, peso corporal e comorbidezes ante e após um ano da cirurgia bariátrica

Resumo

Há evidências que suportam a predisposição ou susceptibilidade genética para a obesidade, sobre a qual atuam fatores ambientais relacionados ao estilo de vida, o que torna complexo e desafiador o controle da doença. Na obesidade grave, a cirurgia promove perda de peso e controle de comorbidades, mas os resultados desse procedimento divergem de paciente para paciente e pouco se sabe sobre a modulação genética desses resultados em interação com o consumo alimentar. Diante disto, o objetivo do presente estudo será avaliar o efeito de polimorfismos de nucleotídeo único (UCP2, UCP3, LPL, LIPC, APO A-1, APO E-2, APO E-4, LEPR, GHRL, GHSR, 5HT2C, LEP, FTO) sobre os resultados da cirurgia bariátrica quanto consumo de alimentos e nutrientes, peso corporal e comorbidezes em mulheres obesas antes e após 12 meses da derivação gástrica em Y de Roux (DGYR). Será um estudo prospectivo com 300 mulheres. O estudo faz parte de um projeto maior, para o qual já se realizou a extração do DNA da população e a genotipagem de três dos genes selecionados. O conhecimento gerado poderá ter aplicação direta para o estabelecimento de estratégias para indicação e monitoramento dos resultados da cirurgia. Esses resultados são de especial interesse para o Brasil, já que ainda não há no país informações suficientes sobre os efeitos da cirurgia bariátrica, um procedimento coberto pelo sistema público de saúde. (AU)

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