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Novas proteínas Vip3A de Bacillus thuringiensis: toxicidade e modo de ação a insetos da ordem Lepidoptera

Processo: 12/05340-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de junho de 2012 - 31 de maio de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Janete Apparecida Desidério
Beneficiário:Janete Apparecida Desidério
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Controle biológico de vetores  Insetos nocivos  Bacillus thuringiensis  Inseticidas biológicos 

Resumo

Os ataques de insetos praga têm aumentado a preocupação com os impactos causados na produção, uma vez que quando não controlados, acarretam enormes prejuízos econômicos. Entre os principais insetos praga destacam-se Anticarsia gemmatalis (Hübner, 1818), Spodoptera frugiperda (J. E. Smith), Helicoverpa zea (Boddie), Heliothis virescens (Fabricius) (Lepidoptera: Noctuidae), consideradas pragas de importantes culturas com milho, algodão, tomate e soja. Dentre os vários sistemas utilizados no controle biológico de pragas, a bactéria Bacillus thuringiensis tem-se destacado. Essa bactéria caracteriza-se pela produção de proteínas tóxicas a insetos de diversas ordens. Essas proteínas são altamente específicas, e isto as tornam úteis ao controle biológico, no entanto, esta especificidade possibilita o surgimento de organismos resistentes. Neste sentido, estudos envolvendo diferentes proteínas inseticidas de B. thuringiensis e suas interações com os receptores de membrana do epitélio intestinal de insetos-alvo tornam-se de grande importância, visto que, buscam avaliar estratégias que venham a adiar ou evitar a evolução da resistência por estas pragas às referidas proteínas. Neste sentido, o presente projeto tem por objetivo o sequenciamento do gene vip3Aa_ obtido a partir do isolado I131 de B. thuringiensis a fim de caracterizá-lo completamente (FAPESP Proc: 2011/05328-9) e verificar a toxicidade e o modo de ação das novas proteínas Vip3Aa_ (Isolado I131), Vip3Aa42, Vip3Aa43 e Vip3Ag5 de B. thuringiensis, expressas em E. coli, (FAPESP Proc: 2011/07339-8) ressaltando a especificidade da interação das mesmas com os receptores presentes na membrana do epitélio intestinal das larvas de diferentes lepidópteros e sugerindo uma possível combinação destas novas toxinas com a toxina Cry1Ia10. (AU)

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