| Processo: | 12/02942-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos |
| Pesquisador responsável: | Ana Cláudia Pavarina |
| Beneficiário: | Ana Cláudia Pavarina |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Assunto(s): | Prótese dentária Prótese parcial removível Candidose Candida albicans Fatores de virulência Resistência microbiana a medicamentos Terapia fotodinâmica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cândida Albicans | Fatores de virulência | Fluconazol-resistente | hidrogel | Terapia Fotodinâmica | Prótese Parcial Removível |
Resumo
A candidose bucal é um dos processos infecciosos micóticos mais comuns da cavidade bucal. As espécies fúngicas do gênero Candida, particularmente a C. albicans, são o principal agente etiológico da doença. Apesar desses micro-organismos serem comumente encontrados na cavidade bucal em relação de comensalismo, esse tipo de fungo apresenta a habilidade de alterar sua morfologia, provocando infecção dos tecidos bucais. Os tratamentos direcionados à candidose bucal podem incluir terapia antifúngica tópica e/ou sistêmica, além dos cuidados com a higiene bucal. Porém, a utilização de medicamentos antimicrobianos pode ocasionar o desenvolvimento de resistência dos microrganismos. Nesse contexto, a Terapia Fotodinâmica tem sido estudada como um método de tratamento alternativo de doenças infecciosas. Este estudo avaliará o efeito da Terapia Fotodinâmica (PDT), mediada pelo Photodithazine® (PDZ) e luz LED, na inativação de C. albicans resistente a fluconazol em candidose induzida em camundongos. Além disso, será avaliado o efeito da PDT sobre os fatores de virulência de Candida albicans resistente a fluconazol. No Estudo I, serão utilizados 40 camundongos fêmeas de aproximadamente 6 semanas. Os camundongos serão imunussuprimidos com injeções subcutâneas de prednisolona e, posteriormente, inoculados com o micro-organismo avaliado. Em seguida, os animais receberão tratamento com a PDT, pipetando-se 50µL de PDZ 100mg/L (salina ou hidrogel) na cavidade bucal e, após 20min, o dorso lingual será iluminado por LED (37,5 J/cm²). Animais adicionais serão tratados apenas com LED, outros apenas com o PDZ, outros não receberão nenhum tratamento, além disso, outro grupo de camundongos saudáveis, ou seja, não contaminados, também receberão o tratamento com PDT (n=5). Em seguida, um swab será esfregado no dorso lingual de cada animal e alíquotas serão cultivadas em Agar Sabouraud Dextrose. Após 48h a 37°C, as colônias serão contadas (ufc/mL). Para a avaliação dos fatores de virulência (Estudo II), duas colônias por placa serão isoladas e ressupensas em PBS. A padronização da concentração celular será realizada espectrofotometricamente, de acordo com os parâmetros exigidos em cada um dos métodos utilizados. Os fatores de virulência avaliados em amostras expostas ou não a PDT serão: capacidade de adesão e formação de biofilme em superfície abiótica, capacidade de síntese de enzimas degradativas específicas (protease e fosfolipase) e formação de tubos germinativos e pseudo-hifas. Após a incubação das placas, O grupo controle consistirá de suspensões que não foram expostas nem ao PDZ nem a luz. Os dados serão analisados de acordo com o método estatístico apropriado. (AU)
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