Busca avançada
Ano de início
Entree

Estudo da via do PTEN/MTOR/akt nos carcinomas epidermóides de cavidade oral

Processo: 12/03260-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2012 - 30 de junho de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Maria Dirlei Ferreira de Souza Begnami
Beneficiário:Maria Dirlei Ferreira de Souza Begnami
Instituição-sede: A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Neoplasias bucais  Carcinoma de células escamosas  Proteína oncogênica v-akt  Progressão da doença  Imuno-histoquímica  Marcador molecular 

Resumo

O câncer de cavidade oral é a oitava neoplasia mais comum entre os homens e a nona entre as mulheres. O INCA estima que no ano de 2010 ocorram 489.270 novos casos de câncer no Brasil. Do total, 14.120 serão da cavidade oral, sendo 10.330 em homens e 3.790 em mulheres. O desenvolvimento desta doença está relacionado com o acúmulo de alterações genéticas, particularmente nos genes que regulam crescimento, diferenciação e morte celular, em genes que promovem estabilidade, reparo do DNA e a imunidade celular e humoral. A proteína Akt é ativada frequentemente em muitas neoplasias malignas, e sua ativação pode ocorrer pela amplificação do gene ou pelo resultado de mutações em componentes que sinalizam sua ativação. Acredita-se que Akt promova a proliferação não coordenada e o aumento de sobrevida celular, agindo, portanto na progressão do câncer. No ano de 1997 foram descobertas alterações genéticas e protéicas de uma proteína chamada PTEN ("Phosphatase Tensin Homologue") em diversas neoplasias, por exemplo: próstata, cérebro (glia), mama, endométrio, pele e rim. Contudo, estudos sobre a proteína PTEN na carcinogênese do CEC de boca ainda são escassos e controversos. O trabalho apresentado consiste em um estudo retrospectivo, analisando-se os casos de carcinomas epidermóides (CEC) de gengiva, rebordo alveolar e palato duro no período de janeiro de 1980 a dezembro de 2006. As informações clínicas, do ato cirúrgico e peça cirúrgica serão registradas em ficha de padronização própria para o Estudo. Incluir-se-ão nesses registros a identificação e os dados demográficos dos pacientes tais como (idade, gênero), hábitos (fumo e consumo de álcool), informações relativas ao exame locorregional e informações microscópicas. Os casos serão dispostos em blocos de TMA e a expressão imunoistoquímica de PTEN, MTOR e pAKt, bem como a determinação do estatus do gene PTEN através de FISH serão determinadas. (AU)