| Processo: | 12/07310-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Francisco Carlos Groppo |
| Beneficiário: | Francisco Carlos Groppo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Pesquisadores associados: | Francisco Carlos Groppo |
| Assunto(s): | Anestésicos locais Toxicidade Mediadores da inflamação Células epiteliais Fibroblastos Gengiva |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anestésicos locais | apoptose | Celulas Epiteliais | ciclodextrina | fibroblastos gengivais humanos | Lipossomas | Biologia Molecular e Celular |
Resumo
O controle mais eficaz da dor tem motivado a pesquisa de novas formulações anestésicas locais. A associação a carreadores tem sido proposta visando prolongar o efeito anestésico e reduzir sua toxicidade. Novas formulações anestésicas produziram uma baixa toxicidade sistêmica e maior duração da anestesia. Também foram observados efeitos adversos como o aparecimento de processos inflamatórios indolores e sem causa aparente. Esta resposta inflamatória de natureza desconhecida poderia ser desencadeada pela liberação de mediadores pró-inflamatórias. Desta maneira, o objetivo do estudo é observar os efeitos dos anestésicos locais livres e associados aos carreadores sobre a modulação dos mediadores inflamatórios IL-6, IL1-±, IL-8, TNF-±, IL-10 e PGE2, além de sua ação sobre a viabilidade celular em culturas de células epiteliais orais e fibroblastos gengivais humanos. As células serão expostas a diferentes concentrações dos anestésicos bupivacaína, lidocaína, ropivacaína e benzocaína livres ou associados a lipossomos ou ciclodextrina. A quantificação de citocinas e PGE2 será feita utilizando o teste de ELISA de captura, após 6h e 24h da exposição aos anestésicos. A viabilidade celular será estimada após os períodos de exposição e comparadas ao grupo controle sem tratamento. A análise estatística será realizada por ANOVA (teste de Tukey) ou Kruskal-Wallis (teste de Dunn), pelo pacote estatístico BioEstat 5.0 (AU)
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