| Processo: | 12/09020-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Francisco José Teixeira Neto |
| Beneficiário: | Francisco José Teixeira Neto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Regina Kiomi Takahira |
| Assunto(s): | Analgesia Analgésicos Hemostasia Período pós-operatório Cães |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Analgesia | cão | Dor | hemostasia | Anestesiologia |
Resumo
Objetiva-se comparar os efeitos analgésicos pós-operatórios de dose única de dipirona, meloxicam, e da associação dipirona/meloxicam. Hipotetizou-se que a dipirona produziria analgesia pós-operatória comparável ao meloxicam, enquanto que a associação dipirona/meloxicam resultaria em analgesia superior ao uso isolado destes fármacos. Também objetiva-se comparar os efeitos hemostáticos (tempo de sangramento de mucosa, agregação plaquetária e tromboelastograma) da dipirona, meloxicam e associação dipirona/meloxicam no período perioperatório. Hipotetizou-se que a dipirona, resultaria em inibição da hemostasia através da inibição da agregação plaquetária em cães, de forma similar ao que ocorre em humanos (Geisslinger et al., 1996; Bozzo et al., 2001; Graff et al., 2007). Por outro lado, hipotetizou-se que o meloxicam preservaria a função plaquetária/hemostática (Jones et al., 2002; Fresno et al., 2005; Brainard et al., 2007).Serão empregadas 40 cadelas, submetidas à OSH divididas em quatro grupos [controle (GC), dipirona (GD), meloxicam (GM) e dipirona/meloxicam (GDM)] em um delineamento prospectivo aleatorizado duplo-cego. Os animais serão pré-medicados com meperidina (4 mg/kg IM), a indução da anestesia será realizada com propofol (5-7 mg/kg IV), enquanto a manutenção anestésica será realizada com isoflurano. Imediatamente após a intubação orotroqueal, 30 minutos antes do início da cirurgia, serão administrados placebo (NaCl a 0,9%), dipirona (35 mg/kg IV), meloxicam (0,2 mg/kg IV) e a associação dipirona (35 mg/kg IV) / meloxicam (0,2 mg/kg IV), nos grupos GC, GD, GM, e GDM, respectivamente. Para a avaliação da dor serão empregadas a escalas de Glasgow e de Melbourne, além da mensuração dos limiares nociceptivos mecânicos através de Von-Frey eletrônico, aplicado à uma distância de 1cm do ponto médio da linha de incisão abdominal. As avaliações de dor serão realizadas decorridos 2, 3, 4, 6, 8, 12, e 24 horas após a administração dos fármacos em estudo. Caso a dor seja considerada excessiva (escalas de Glasgow e/ou Melbourne > 35% da pontuação máxima), o resgate anagésico será realizado com morfina (0,3 mg/kg IM). O tempo de sangramento de mucosa, percentagem de agregação plaquetária e o tromboelastrograma serão realizados imediatamente antes da pré-medicação (basal), 1, 4 e 12 horas após administração dos fármacos em estudo. Após verificação da normalidade da distribuição das variáveis estudadas, a comparação entres grupos será realizada pelo teste de Kruskall Wallis seguido pelo teste de Dunn (variáveis de distribuição assimétricas), ou a ANOVA de duas vias (tempo e grupo) seguida pelo teste de Tukey (variáveis de distribuiçao simétrica). A incidência (número) de resgates analgésicos entre grupos será comparada pelo test exato de Fisher (P < 0,05). (AU)
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