| Processo: | 12/03128-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Domingos da Silva Leite |
| Beneficiário: | Domingos da Silva Leite |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Amanda Keller Siqueira ; Mirtis Maria Gianciani Ferraz |
| Assunto(s): | Mastite animal Anti-infecciosos Resistência microbiana a medicamentos Escherichia coli Fatores de virulência Bovinocultura leiteira Alimentos orgânicos Leite |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antimicrobianos | Escherichia coli | Fatores de virulência | Klebsiella | leite bovino | Resistência | Microbiologia |
Resumo
A produção e o consumo de leite e derivados vêm crescendo exponencialmente no Brasil, fatos verificados pela mudança ocorrida na balança comercial láctea em 2004, na qual o país assumiu a posição de exportador de leite. Nessa mesma proporção há um incremento na procura por produtos e subprodutos de origem animal produzidos no sistema orgânico. Diversas razões são apontadas para o aumento da demanda por orgânicos, incluindo preocupação com o meio ambiente, o desejo de evitar o uso de pesticidas, promoção de bem-estar animal e a crença de que alimentos orgânicos são mais seguros e nutritivos quando comparados com aqueles produzidos em sistema convencional. O leite cru, ou leite informal, continua sendo largamente comercializado e consumido no Brasil. Estima-se que ao redor de 30% da produção nacional de leite seja informal, possuindo, em geral, alta contagem de coliformes. O controle da mastite é fundamental dentro do sistema de produção leiteira. Os produtores incluem no dia-a-dia o uso de drogas. No entanto, o uso indiscriminado de antimicrobianos em humanos e animais gera linhagens de micro-organismos resistentes. Os animais podem tornar-se reservatórios de micro-organismos resistentes. A disseminação pode ocorrer por contato direto (pele, saliva, fezes) ou indireto (alimentos, água). A emergência e o aumento da resistência aos antimicrobianos no Brasil e no mundo apontam para a necessidade de estudos continuados do perfil de sensibilidade de bactérias isoladas de humanos e animais. (AU)
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