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A prevenção da violência através da polícia comunitária

Processo: 98/14074-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas
Vigência: 01 de novembro de 1999 - 31 de agosto de 2000
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:José Vicente da Silva Filho
Beneficiário:José Vicente da Silva Filho
Instituição-sede: Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial (INSTITUTO BRAUDEL). São Paulo , SP, Brasil
Instituição parceira: Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial
Assunto(s):Segurança pública  Participação da comunidade  Polícia  Problemas sociais  Violência (criminologia) 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Pesquisa...publicas_186_145_146.pdf

Resumo

Policiamento Comunitário: avaliando a experiência da Polícia Militar está aplicando a filosofia do policiamento comunitário, que implica na parceria entre a população e a polícia, objetivando prevenção mais efetiva da criminalidade. Atuando dentro de um território específico, a experiência reúne polícia, comunidade local, autoridades eleitas e empresários locais, entre outros grupos para diagnosticar problemas e definir ações. Até o presente momento foram instaladas 42 bases comunitárias de segurança, prevendo-se ampliar mais 44 unidades neste ano, precedidos de estágios e cursos de multiplicadores. Progressivamente deverá ocorrer a integração dos recursos, planejamento e operações da PM e Policia Civil da área comum de atuação. Serão necessários alguns anos para que os resultados possam ser efetivamente avaliados e adotadas as mudanças necessárias. Desde já devem ser monitorados os efeitos que o policiamento comunitário possa estar produzindo a) onde está sendo aplicado e b) entre os policiais que atuam nessas áreas. Esse monitoramento deve ser feito em diversos níveis: avaliação das estatísticas de criminalidade, pesquisas sobre a funcionalidade da polícia local, pesquisas de opinião sobre imagem da polícia local e pesquisa interna com os policiais envolvidos Na avaliação serão selecionados 4 bairros de perfil socioeconômico semelhantes (2 bairros violentos e 2 pacíficos). Dois bairros terão passado pela experiência de policiamento comunitário e os demais serão utilizados como grupos de controle. No que se refere ao público interno, serão selecionados 2 grupos, um dos quais terá participado do policiamento comunitário. As hipóteses com que trabalhamos são as de que nas áreas cobertas pelo projeto piloto os índices de criminalidade são menores do que nas áreas com policiamento tradicional, assim como o sentimento subjetivo de insegurança; satisfação com a polícia é maior, bem como a imagem da polícia melhor; o policial tem atitudes mais positivas em relação a comunidade e melhor autoestima. (AU)