Busca avançada
Ano de início
Entree

Diagnóstico agroambiental para gestão e monitoramento da bacia hidrográfica do rio Jundiaí Mirim

Processo: 98/14181-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas
Vigência: 01 de novembro de 1999 - 31 de outubro de 2003
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Jener Fernando Leite de Moraes
Beneficiário:Jener Fernando Leite de Moraes
Instituição-sede: Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Instituição parceira: Prefeitura Municipal de Jundiaí
Bolsa(s) vinculada(s):02/00081-6 - Diagnóstico agroambiental para gestão e monitoramento da Bacia do Jundiaí-Mirim, BP.TT
02/00588-3 - Diagnóstico agroambiental para gestão e monitoramento da bacia do Rio Jundiaí-Mirim, BP.TT
Assunto(s):Manejo do solo  Conservação do solo  Degradação ambiental  Degradação do solo  Bacia hidrográfica  Uso do solo  Sustentabilidade  Jundiaí (SP) 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Pesquisa...publicas_173_138_139.pdf

Resumo

Como resultado da combinação da pressão populacional e de problemas de manejo dos recursos de solo e água, vários municípios têm estado sujeitos ao declínio acelerado da produtividade, que conduz à degradação ambiental e, principalmente, ao comprometimento da qualidade e quantidade de seus recursos hídricos. A microbacia hidrográfica do rio Jundiaí-Mirim, situada nos municípios de Jundiaí, Jarinu e Campo Limpo Paulista, constitui-se no principal manancial para abastecimento de água do município de Jundiaí. Um levantamento prévio, conduzido pela prefeitura do município de Jundiaí e o Instituto Agronômico de Campinas, nos principais afluentes do rio Jundiaí-Mirim, identificou sérios problemas de degradação ambiental ao longo de suas margens, caracterizados pelo uso incorreto do solo, lixo, mineração e, principalmente, assoreamento de rios. O diagnóstico do meio físico da área (uso da terra, solo, topografia, erosão e sistema fundiário), a avaliação e monitoramento da qualidade e quantidade da água, associados à elaboração de um estudo de impacto ambiental, são fatores essenciais para a definição de políticas públicas que atuem no sentido inverso ao do processo de degradação. A escolha das alternativas de uso sustentável do solo atenderá a múltiplos objetivos (geração de empregos, produção de alimentos básicos, minimização do uso de defensivos químicos e da estacionalidade do uso da mão de obra), conforme priorização dos tomadores de decisão (produtores rurais, representantes de organismos não governamentais e prefeitura do município). A parceria proposta neste projeto, entre o Instituto Agronômico de Campinas e a prefeitura do município de Jundiaí, visa, em uma primeira instância, um levantamento e estudo conjunto com técnicos da prefeitura dos problemas de degradação agroambiental na bacia de captação e a elaboração de um planejamento do uso sustentável do solo, cujas diretrizes serão então implementadas pela prefeitura. (AU)