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Rede de geosensores para serviços ambientais hidroclimáticos

Processo: 12/50343-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2012 - 31 de maio de 2015
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Pesquisador responsável:Humberto Ribeiro da Rocha
Beneficiário:Humberto Ribeiro da Rocha
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Hidrologia  Instrumentos meteorológicos  Mudança climática 

Resumo

A proposta pretende desenvolver dois estudos piloto, por meio da implantação de redes wifi de geosensores hidroclimáticos, (temperatura e umidade do ar, umidade do solo e nível do aqüífero), em dois sítios experimentais, em uma microbacia de Floresta de Mata Atlanticae em outra de área Antropizada na região da bacia dos rios PCJ que fornece água para São Paulo. As informações serão assimiladas em modelos computacionais de Serviços Ambientais, com o fim de se descrever cenários de uso da terra múltiplos e otimizados, para uma ampla variação de condições climáticas. Pretende-se desenvolver expertise em instrumentação eficiente e de baixo custo, por meio da montagem de sensores comerciais com interfaces e outros sensores especialmente projetados e validados nos laboratórios do lag/Usp. O sistema completo deverá prover configuração e formas de gerenciamento adequados para otimizar a instalação de campo, aquisição de dados, armazenamento e manutenção. A arquitetura provera a aquisição de grandes quantidades de dados e de forma apropriada para a utilização científica que antecipe a habilidade de gerenciar dados em escalas de tempo e espaço necessárias para o estudo de fenômenos hidroclimáticos. Serão utilizados os modelos InVEST and e SWAT, os quais em conjunto com os dados de campos, auxiliarão na tarefa de levantar novos conhecimentos em questões como: a resposta dos ecossistemas ao clima e diferentes escalas temporais e espaciais; como as forçantes antropicas de mudanças de uso da terra influenciam o balanço de água em bacias de pequena e mesoescala, e em condições de mudanças do clima, em especial nos biomas da mata Atlântica; e como e onde as políticas publicas de conservação e adaptação às mudanças do clima podem se embasar para definir áreas críticas, fazendo assim a tradução do conhecimento científico em ferramentas efetivas de conservação, gestão dos recursos hídricos e consolidação dos serviços ambientais. (AU)

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