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Perfil socioeconômico da mulher paulista

Processo: 00/02038-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas
Vigência: 01 de janeiro de 2001 - 30 de novembro de 2003
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Sociologia do Desenvolvimento
Pesquisador responsável:Maria Cecília Comegno
Beneficiário:Maria Cecília Comegno
Instituição-sede: Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE). Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Regional (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Instituição parceira: Secretaria das Relações Institucionais (São Paulo - Estado). Conselho Estadual da Condição Feminina de São Paulo (CECF)
Assunto(s):Mulheres  Paulistas  Condição econômica 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Pesquisa...publicas_101_89_90.pdf

Resumo

Vários estudos indicam a persistência de práticas rotineiras discriminatórias em relação à mulher tanto no espaço público como no privado. Além do que a emergência de novas demandas de direitos relacionados à própria situação da mulher concorre para compor o cenário atual de lutas pela cidadania. Uma das mais importantes transformações observadas no país desde os anos 70 - expansão da participação da mulher na população economicamente ativa - tem como base não apenas a necessidade econômica e as oportunidades oferecidas pelo mercado, em determinadas conjunturas, mas resulta também das mudanças demográficas, culturais e sociais que têm ocorrido e afetado, em particular, esse contingente populacional. O Conselho Estadual da Condição Feminina do governo do estado de São Paulo, pioneiro no Brasil, enquanto órgão institucionalizador e promotor das novas relações de gênero têm um papel essencial na proposição aos órgãos executivos estaduais de políticas públicas multi-setoriais específicas para as mulheres. A Fundação Seade tem desenvolvido de forma permanente diferentes pesquisas sociodemográficas, o que lhe proporciona um rico acervo de dados. Estes, porém, usualmente não são explorados nem analisados de forma segmentada por sexo/gênero por exigirem processos metodológicos e estatísticos adequados no tratamento das variáveis, de modo a se conseguir evidenciar as características específicas em relação à situação da mulher. A informação quantificada e qualificada de dados sociodemográficos sobre a mulher é requisito básico para subsidiar o planejamento de políticas públicas nas áreas de população, mercado de trabalho, participação política, condições de vida, saúde e violência. Nesse sentido é fundamental para a proposição de medidas e monitoramento das ações com o intuito de corrigir as injustiças mesmo de alcance municipal - o desenvolvimento de um conjunto de informações e análises, que não só acompanhem a situação das mulheres, mas também se antecipem aos fatos. (AU)