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Análise in vitro da proliferação celular e produção de mediadores inflamatórios por queratinócitos estimulados por diferentes sistemas adesivos utilizados na confecção de próteses maxilofaciais implantorretidas

Resumo

A prótese bucomaxilofacial implantorretida pode ser suportada por pele ou por mucosa. Subprodutos dos materiais utilizados na confecção destas próteses em contato com a mucosa ou a pele podem atuar como irritante ou causadores de reações alérgicas. A proposta do presente estudo será avaliar a proliferação celular e a produção de mediadores inflamatórios por queratinócitos estimulados por diferentes sistemas adesivos utilizados na união de resina acrílica e silicone facial, indicados para a confecção de próteses maxilofaciais retidas por implantes. Serão confeccionadas 21 amostras de resina e silicone, em forma de discos (10 x 1 mm), unidas ou não pela aplicação de primer e adesivo. Estas amostras serão distribuídas em 7 grupos: Resina (R), Silicone (S), Resina + Silastic Medhical Adhesive Type A + Silicone (RAS), Resina + DC 1205 Primer + Silicone (RDCpS), Resina + Sofreliner Primer + Silicone (RSpS), Resina + DC 1205 Primer + Silastic Medhical Adhesive Type A + Silicone (RDCpAS) e Resina + Sofreliner Primer + Silastic Medhical Adhesive Type A + Silicone (RSpAS). Os extratos dos materiais testados serão preparados colocando-se três amostras de cada grupo experimental em tubos de ensaio contendo 9 ml de meio de cultura DMEM (Dulbecco's Modified Eagle's) e incubados a 37ºC por 24 horas. Após o período de incubação, a citotoxicidade dos extratos será avaliada pelo ensaio de MTT em cultura de queratinócitos humanos (HaCaT). Será avaliada, também, a produção das citocinas IL-1, IL-6 e TNF-± e a quimiocina MIP-1± por meio do ensaio ELISA (Ensaio Imunoabsorbente de Ligação Enzimática). Avaliaremos também a expressão de mRNA para MMP-9 e TGF-² por meio da técnica de RT-PCR (Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real). Os dados serão submetidos à análise de variância. Os resultados também serão avaliados de acordo com a ISO-standard 10993-5, a qual descreve os métodos in vitro para a análise da citotoxicidade. (AU)