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Avaliação do efeito antagonista das Natterinas na sinalização induzida por vários ligantes de receptores TLR

Processo: 12/50294-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2012 - 30 de setembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia
Pesquisador responsável:Monica Valdyrce dos Anjos Lopes Ferreira
Beneficiário:Monica Valdyrce dos Anjos Lopes Ferreira
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Resposta inflamatória  Sepse 

Resumo

As células da imunidade inata tais como células endoteliais, neutrófilos, macrófagos e células dendríticas iniciam a resposta imune protetora contra diversos patógenos através do reconhecimento de antígenos pelos receptores de reconhecimento padrão, tais como receptores Toll-like (TLR); receptores Nod-like (NLR) e receptores RIG-l-like (RLR). Além disso, a ativação de receptores de TLR em diversas células do sistema inato, adaptativo e não imune contribui para a amplificação de outros distúrbios tais como alergia, autoimunidade, e doenças inflamatórias localizadas ou sistêmicas, sepsis e choque séptico. Farmacologicamente, a tolerância pode ser induzida por antagonistas dos receptores TLR e por moléculas neutralizadoras dos ligantes de TLR. Neste sentido, torna-se necessário o aprofundamento dos estudos dos mecanismos de sinalização derivados da ativação dos receptores TLR, bem como o estudo e a identificação de novas drogas que consigam inibir os processos patológicos derivados da ativação de TLR. Dados recentes desenvolvidos pelo nosso grupo ainda inéditos mostram que as Natterinas, são capazes de inibir o rolamento, a aderência e a transmigração de leucócitos induzido pelo LPS ou pela quimiocina KC e esta inibição é dependente da via de sinalização TRL2-TLR4/MyD88. Além disso, a inibição do rolamento de" leucócitos pelas Natterinas não está associada com a indução de degradação proteassomica de proteínas sinalizadoras nem com a geração do antagonista do receptor de IL-1 ou da citocina anti-inflamatória IL-10. O efeito antagonista das Natterinas é parcialmente dependente da geração de espécies reativas de oxigênio e inteiramente dependente da atividade da proteína Pl3K e da atividade de serino/treonino fosfatases do tipo 1 (PP1). Diante dos excelentes resultados que é mostraram em camundongos o efeito anti-inflamatório das Natterinas, torna-se necessário avaliar a capacidade das Natterinas de antagonizar a sinalização derivada da ativação de outros ligantes de receptores TLR. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
LOPES-FERREIRA, MONICA; GRUND, LIDIANE ZITO; LIMA, CARLA. Thalassophryne nattereri fish venom: from the envenoming to the understanding of the immune system. Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases, v. 20, p. 1-12, Set. 2014. Citações Web of Science: 12.

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