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Mudanças globais e tempo de residência do carbono na vegetação e no solo ao longo de um gradiente altitudinal de Mata Atlântica no nordeste do estado de São Paulo - Brasil

Processo: 12/10851-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2012 - 30 de novembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Simone Aparecida Vieira
Beneficiário:Simone Aparecida Vieira
Instituição-sede: Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais (NEPAM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados:Carlos Alfredo Joly ; Flavio Antonio Maës dos Santos
Bolsa(s) vinculada(s):13/14577-8 - "influência do palmito-juçara (Euterpe edulis Mart.) na estrutura, dinâmica e biomassa de uma Floresta Ombrófila Densa, Ubatuba-SP, Brasil", BP.TT
13/02413-0 - Produção de raiz fina ao longo de um gradiente altitudinal no Parque Estadual da Serra do Mar, BP.TT
Assunto(s):Mudança climática  Vulnerabilidade  Ecossistema tropical  Mata Atlântica 

Resumo

Para predizer o potencial da floresta tropical de estocar ou perder carbono é necessário entender as variações na estrutura e na dinâmica das árvores. De maneira geral, as florestas tropicais são tratadas como se todas se comportassem de forma similar e pouco se sabe sobre variações na estrutura e no funcionamento das florestas ao longo de gradientes de altitude, onde se encontram os principais remanescentes de Mata Atlântica no Brasil. Com o objetivo de compreender a dinâmica do carbono na vegetação e no solo na região de Mata Atlântica do Estado de São, e em particular, o potencial dessas florestas primárias de atuarem como provedor ou sorvedor de carbono em decorrências das mudanças climáticas e ambientais serão investigadas 16 parcelas permanentes de 1ha estabelecidas pelo projeto BIOTA/FAPESP "Gradiente Funcional" (proc. no. 03/12595-7 e 10/51897-2), ao longo de um gradiente de altitude partindo da cota zero (floresta de restinga) até as florestas que ocorrem a 1000 m a.n.m (Floresta Ombrófila Densa Montana), no litoral Norte do estado de São Paulo e 8 parcelas de 0,25ha estabelecida pelo projeto Clima FAPESP (08/58159-7). Estudos prévios demonstram que as áreas apresentam diferenças na estrutura da floresta, na biomassa, no estoque de carbono acima e abaixo do solo, na produção de serapilheira e na taxa de crescimento arbóreo e, consequentemente, na idade das árvores e na quantidade de carbono que estas acumulam anualmente. Serão empregadas técnicas avançadas (espectrometria de aceleração atômica) combinado com a ecologia clássica de campo e dendrometria, para integrar os processos biogeoquímicos de larga escala em floresta de Mata Atlântica, para entender a vulnerabilidade destas florestas a influência humana e climática. (AU)

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