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Avaliação da leptospirúria e identificação de portadores de leptospiras patogênicas em cães mantidos em abrigos públicos ou particulares da Região Metropolitana de São Paulo

Processo: 12/14681-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2012 - 31 de outubro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Mitika Kuribayashi Hagiwara
Beneficiário:Mitika Kuribayashi Hagiwara
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesq. associados:Marcia Mery Kogika ; Silvio Arruda Vasconcellos
Bolsa(s) vinculada(s):14/01852-3 - Avaliação da leptospirúria e identificação de portadores de leptospiras patogênicas em cães mantidos em abrigos públicos ou particulares da Região Metropolitana de São Paulo, BP.TT
12/19171-7 - Avaliação da leptospirúria e identificação de portadores de leptospiras patogênicas em cães mantidos em abrigos públicos ou particulares da Região Metropolitana de São Paulo, BP.TT
Assunto(s):Urina  Clínica médica  Cães  Reação em cadeia por polimerase (PCR) 

Resumo

ResumoA Leptospirose é uma zoonose de distribuição global e que pode acometer uma ampla diversidade de mamíferos, resultando tanto em doença com manifestações clínicas agudas ou infecções assintomáticas. Ela tem sido associada ao contato com animais, particularmente roedores e animais de companhia/produção. O contato com a urina de ratos é um fator determinante na transmissão da doença em diferentes localidades, no entanto presume-se que os cães também possam assumir um papel importante na cadeia epidemiológica da leptospirose humana. O cão é hospedeiro de manutenção de leptospiras patogênicas do sorogrupo Canicola, e animais aparentemente hígidos podem albergar e eliminar bactérias viáveis no meio ambiente através da urina, contribuindo na transmissão da leptospirose para humanos e outros animais. Com o objetivo de confirmar essa hipótese, será avaliada a ocorrência da leptospirúria em cães mantidos em abrigos públicos ou privados da região metropolitana de São Paulo através da detecção molecular do agente, utilizando a técnica de PCR em tempo real, e a pesquisa de anticorpos anti-leptospiras pela técnica de soroaglutinação microscópica (SAM). Naqueles animais em que for detectada a presença de material genético de leptospiras em amostras de urina, serão realizadas a tentativa de isolamento do agente e a avaliação clínica, incluindo exame físico, urinálise e provas bioquímicas de função renal, além do acompanhamento desses cães por três meses para avaliação da persistência da leptospirúria. As condições físicas e sanitárias das instalações e do alojamento dos cães, tipo de manejo, status vacinal, sexo, idade e local de origem serão observadas e anotadas, para a identificação de possíveis fatores de risco associados a infecção leptospírica. Serão utilizadas a análise univariada, com a determinação do Odds Ratio e, nos caso em que houver significância, a análise multivariada para a determinação dos fatores de risco de maior significância.A identificação de portadores de leptospiras patogênicas permitirá a adoção de adequadas medidas sanitárias e de manejo dos cães infectados que minimizem os possíveis riscos representados por esses animais aos outros cães e os riscos ocupacionais e recreacionais para os indivíduos humanos que convivem com o cão infectado. (AU)

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