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Alterações na expressão gênica dos ependimomas

Processo: 12/15128-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2012 - 31 de outubro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Sueli Mieko Oba Shinjo
Beneficiário:Sueli Mieko Oba Shinjo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Pesq. associados:Fernanda Goncalves de Andrade ; Hamilton Matushita ; Mario Augusto Taricco ; Miyuki Uno ; Sergio Rosemberg ; Suely Kazue Nagahashi Marie
Assunto(s):Neurologia  Neoplasias neuroepiteliomatosas  Ependimoma  Expressão gênica  Biomarcadores tumorais  Imuno-histoquímica  Prognóstico 

Resumo

Ependimomas são tumores de origem neuroectodérmica que crescem a partir das células ependimárias que revestem o sistema ventricular e o canal central da medula. Representam cerca de 10% dos tumores do sistema nervoso central e 25% dos tumores intramedulares. Em crianças menores que 3 anos, representam 30% das neoplasias primárias intracranianas, sendo o terceiro tumor mais comum na faixa etária pediátrica. Ependimomas medulares são mais comuns em pacientes entre 15 a 40 anos. Os ependimomas são classificados de acordo com o grau de malignidade em grau I a III e as alterações moleculares que levam à formação dos ependimomas ainda não são completamente conhecidas. Muitas casuísticas têm sido publicadas, porém o manejo ainda permanece controverso entre as diferentes instituições, as quais adotam como tratamento apenas cirurgia ou uma combinação entre cirurgia, quimioterapia e radioterapia. A ausência de um tratamento padrão e de grandes estudos torna difícil o melhor tratamento para os pacientes com este tipo de tumor. Embora a cirurgia tenha um papel já bem estabelecido, o valor dos tratamentos adjuvantes ainda é controverso. Portanto, um melhor entendimento da tumorigênese dos ependimomas é importante para uma melhor avaliação da resposta aos tratamentos e prognóstico dos pacientes. O objetivo desse trabalho é identificar os genes diferencialmente expressos em ependimomas, correlacionar sua expressão com dados dos pacientes, como idade ao diagnóstico, localização e tipo histológico do tumor, bem como os de recidiva e sobrevida total dos pacientes. A identificação de marcadores de prognóstico e que definam melhor a sua natureza e as suas diferenças é de extrema relevância para a procura de novas estratégias de tratamento aos pacientes. (AU)

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