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Estudo da frequência das oxacilinases em isolados clínicos de Pseudomonas aeruginosa

Processo: 12/17148-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2012 - 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Ana Cristina Gales
Beneficiário:Ana Cristina Gales
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Raquel Girardello ; Rodrigo Cayô da Silva
Assunto(s):Infecção hospitalar  Resistência microbiana a medicamentos  Infecções bacterianas  Pseudomonas aeruginosa  Oxacilinases 

Resumo

Pseudomonas aeruginosa é um dos mais prevalentes agentes causadores de infecções hospitalares, principalmente em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). As infecções por P. aeruginosa são difíceis de tratar devido à resistência aos antimicrobianos intrínseca da espécie, bem como a sua notável capacidade de aquisição de outros mecanismos de resistência a múltiplos grupos de agentes antimicrobianos. A produção de ²-lactamases é o principal mecanismo de resistência aos ²-lactâmicos em bactérias Gram-negativas. As oxacilinases (OXA) sem atividade frente aos carbapenêmicos, originalmente descobertas em amostras de P. aeruginosa, estão incluídas na classe D de Ambler e pertencem ao grupo funcional 2d (cloxacilinases) e 2de (²-lactamases de espectro ampliado - ES²L). As ES²Ls do tipo OXA são estruturalmente semelhantes e já foram encontradas em plasmídeos, transposons e/ou integrons de bactérias Gram-negativas. De acordo com a sequência de aminoácidos, as oxacilinases de espectro limitado e seus mutantes de espectro ampliado podem ser divididos em subgrupos. O presente estudo tem por objetivo analisar a frequência de ES²L do tipo OXA em amostras de P. aeruginosa isoladas no Complexo Hospital São Paulo/UNIFESP no período de janeiro a dezembro de 2010. O perfil de sensibilidade a diferentes classes de antimicrobianos será determinado pela técnica de microdiluição em caldo de acordo com recomendações do CLSI. A caracterização molecular dos genes codificadores das ES²Ls do tipo OXA será realizada pela técnica de PCR, seguido de sequenciamento e a similaridade genética entre essas amostras será obtida pela técnica de PFGE. (AU)