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Influência do tratamento de superfície e diferentes agentes de cimentação na resistência de união da zircônia

Processo: 12/13538-6
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2012 - 31 de maio de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Laís Regiane da Silva Concilio
Beneficiário:Laís Regiane da Silva Concilio
Instituição Sede: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Taubaté (UNITAU). Taubaté , SP, Brasil
Pesquisadores associados: Ana Christina Claro Neves ; Marcelo Massaroni Peçanha
Assunto(s):Materiais dentários  Materiais cerâmicos  Cimentos dentários  Reabilitação bucal  Zircônia  Resistência de união (odontologia)  Tratamento de superfícies 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:adesão | cimentos | Resistência de união | tratamento de superfície | zirconia | Prótese

Resumo

A utilização dos materiais cerâmicos vem apresentando destaque na área de reabilitação oral. Dentre estes, temos os sistemas à base de zircônia, que apresenta resultados satisfatórios relacionados a resistência mecânica, biocompatibilidade e formação de biofilme, sendo uma opção favorável para reabilitações em regiões posteriores. O desafio deste material é obter uma efetiva adesão da cerâmica aos cimentos resinosos, necessitando de meios alternativos de tratamento de superfície cerâmica, a fim de garantir uma cimentação adesiva adequada. O presente estudo tem como objetivo avaliar a influência de diferentes tratamentos de superfície da zircônia na resistência de união, microdureza e rugosidade superficial, utilizando diferentes agentes de cimentação, pré e pós-ciclagem térmica, bem como avaliar a superfície de fratura. Cem blocos de zircônia (LAVA) serão incluídos em resina epóxica e divididos em 20 grupos (n=5), de acordo o tratamento de superfície, cimentos (Panavia 2.0 e Rely X Unicem) e ciclagem térmica (3mil ciclos). Grupos associados ao cimento resinoso fosfatado (Panavia) - FS e FSCT: sem tratamento; FJ e FJCT- com jateamento Al2O3; FSS e FSSCT- silicatização/silano; FP e FPCT- primer com MDP; FSP e FSPCT- silicatização/silano/ primer MDP. Grupos associados ao cimento resinoso autoadesivo (Rely X) - AS e ASCT- sem tratamento; AJ e AJCT- jateamento Al2O3; ASS e ASSCT- silicatização/silano; AP e APCT- primer com MDP; ASP e ASPCT- silicatização/silano/primer com MDP. Todos os grupos com nomenclatura CT serão submetidos a ciclagem térmica. Após os tratamentos, serão realizados os ensaios de microdureza e rugosidade superficial e posteriormente com auxílio de uma matriz plástica cilíndrica (Tygon) serão confeccionados 5 incrementos de cimentos de acordo com os grupos determinados, e submetidos ao ensaio de microcisalhamento em máquina universal de ensaios. A região das fraturas serão avaliadas sob microscopia ótica e classificadas em adesiva, coesiva ou mista. Análises qualitativas em microscopia eletrônica de varredura serão obtidas para cada grupo avaliado. As médias serão avaliadas estatisticamente, adotando o nível de p<0,05 de significância. (AU)

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