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Análise molecular da diversidade genética do fungo Batrachochytrium dendrobatidis isolado de anuros da Mata Atlântica

Processo: 12/20461-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Internacional
Vigência: 07 de janeiro de 2013 - 31 de março de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Pesquisador responsável:Domingos da Silva Leite
Beneficiário:Domingos da Silva Leite
Pesquisador visitante: Timothy Yong James
Inst. do pesquisador visitante: University of Michigan, Estados Unidos
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Filogenia  Anura  Mata Atlântica  Quitridiomicose 

Resumo

Desde o final de 2009, o nosso grupo de pesquisa da UNICAMP vem isolando no Brasil, cepas de Batrachochytrium dendrobatidis (Bd) em culturas puras, para permitir estudos morfológicos, fisiológicos e de genética. Até agora, cinco cepas Bd foram isolados animais coletados na Mata Atlântica. Esse número está longe de ser suficiente para resolver a epidemiologia molecular do Bd. Recentemente foi demonstrado por Schloegel et al, (Mol. Ecol. 21: 1-16, 2012), que algumas estirpes de Bd isoladas de anuros brasileiros nativos são geneticamente muito diferentes das estirpes globais enquanto que outras estirpes foram geneticamente relacionadas aos genótipos pandêmicos. Finalmente, e talvez da maior importância para a evolução do patógeno, uma das linhagens brasileiras parece ser um híbrido do fungo pandêmico com o do genótipo novo. Pretendemos verificar novas ocorrências de Batrachochytrium dendrobatidis em anuros coletados na mata atlântica brasileira por PCR em tempo real e quantitativa; Isolar culturas puras de Bd apartir de girinos coletados em diversos pontos da Mata Atlântica; Realizar análises moleculares por MLST para traçar um mapa da dispersão da biodiversidade com base em diferenças genéticas entre as cepas isoladas de anuros da Mata atlântica. A diversidade genética na Mata Atlântica pode gerar resultados que possam explicar a origem e a evolução da doença, não só no Brasil, mas também em escala global. (AU)