| Processo: | 12/02526-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal |
| Pesquisador responsável: | Vera Nisaka Solferini |
| Beneficiário: | Vera Nisaka Solferini |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 13/50491-0 - Filogeografia comparada de duas aranhas orbitelas: unindo chaco e cerrado, AP.R |
| Assunto(s): | Evolução animal Arachnida Repetições de microssatélites Filogeografia Florestas Mata Atlântica Amazônia Brasileira |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arachnida | Estrutura Genética | Filogeografia | Floresta Amazônica | Mata Atlântica | Genética e Evolução |
| Publicação FAPESP: | https://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/science_of_the_amazon_10_26_27.pdf |
Resumo
A América do Sul apresenta dois grandes biomas de florestas densas e úmidas, a Amazônia e a Mata Atlântica, separados por uma faixa de vegetação aberta, que já foi considerada como uma restrição para a migração de espécies entre as duas florestas. Entretanto, os mapas de vegetação mostram uma conexão entre elas, além de provavelmente as duas florestas terem sido contínuas no passado, o que pode resultar em padrões filogeográficos surpreendentes para espécies de ocorrência nestes dois locais. Estudos geomorfológicos e paleopalinológicos sugerem que os dois biomas já foram unidos, tendo se separado com as mudanças climáticas no Pleistoceno. Recentemente, alguns trabalhos têm corroborado essa hipótese, embora os estudos ainda sejam escassos no Brasil e poucos táxons tenham sido investigados até o presente. Este trabalho propõe o estudo de padrões de estrutura populacional e filogeografia em Araneus venatrix, em três espécies de Aglaoctenus e em Nephila clavipes, usando sequenciamento gene mitocondrial Citocromo Oxidase I (COI) e amplificação de microssatélites. Estas espécies são encontradas na Amazônia e na Mata Atlântica, sendo bons modelos para estudos evolutivos. Os objetivos do projeto são relacionar os padrões de variabilidade e estruturação a características da espécie e do ambiente, além de discutir os prováveis processos evolutivos responsáveis pela distribuição geográfica dessas aranhas. Pretende-se coletar de dados filogeográficos de diferentes organismos, visando contribuir para o entendimento de processos históricos abrangentes que moldaram a distribuição atual das espécies e comunidades no Brasil. (AU)
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