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Óleos essenciais como manipuladores da fermentação ruminal

Processo: 12/13932-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2013 - 31 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Nutrição e Alimentação Animal
Pesquisador responsável:Alexandre Vaz Pires
Beneficiário:Alexandre Vaz Pires
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Pesq. associados:Evandro Maia Ferreira ; Ivanete Susin
Assunto(s):Digestibilidade  Ruminantes  Ovinos  Fermentação  Óleos essenciais 

Resumo

O objetivo deste projeto será definir estratégias nutricionais que sejam eficientes em manipular a fermentação ruminal e a digestibilidade dos nutrientes no trato digestivo total de borregos. Serão conduzidos cinco experimentos, será avaliado um produto comercial a base de óleo essencial (Activo®) (Experimento I) e quatro óleos essenciais extraídos de plantas do Brasil com potencial para manipular a fermentação ruminal, os quais seguem: Experimento II - óleo essencial extraído do fruto da aroeira-vermelha; Experimento III - óleo essencial extraído das folhas da aroeira vermelha; Experimento IV - óleo essencial extraído do capim limão e Experimento V - óleo essencial extraído do capim cidreira. O experimento I será conduzido em quadrado latino 5 x 5, sendo 5 tratamentos e 5 períodos experimentais. Os experimentos II, III, IV e V serão conduzidos em blocos completos casualizados. O experimento I será composto por cinco tratamentos, como segue: 1 (controle negativo) - ração base (30% de volumoso e 70% de concentrado, % da MS) sem adição de monensina; 2 (controle positivo) - ração base adicionada com 25 mg de monensina sódica por kg de matéria natural; os tratamentos 3, 4 e 5 serão compostos pela adição na ração base (% da MS) de 100, 200 ou 300 ppm de Activo®, respectivamente. Os experimentos II, III, IV e V também serão compostos por cinco tratamentos, sendo um controle negativo e um controle positivo (os mesmos do experimento I) e três volumes de infusão intraruminal de cada fonte de óleo (3, 6 ou 9 mL/animal/dia). A duração do experimento I será de 130 dias, divididos em cinco sub-períodos de 26 dias cada, dos quais 7 dias serão destinados a um período tampão ("wash-out" período) para remoção dos efeitos dos tratamentos do período anterior no próximo período, 14 dias destinados à adaptação dos animais às dietas experimentais, quatro dias para mensuração do consumo de ração, colheita de fezes e urina, e um dia para colheita de conteúdo ruminal. Os experimentos II, III, IV e V terão duração de 23 dias cada, sendo 18 dias de adaptação dos animais as dietas experimentais, quatro dias para mensuração do consumo de ração, colheita de fezes e urina, e um dia para colheita de conteúdo ruminal. As variáveis respostas analisadas em todos os experimentos serão: consumo e digestibilidade aparente dos nutrientes (MS, MO, PB, EE, FDN, CNF) no trato digestivo total, pH e concentração ruminal de N-NH3 e de ácidos graxos de cadeia curta (acetato, propionato, isobutirato, butirato, isovalerato e valerato), contagem de protozoário no líquido ruminal e balanço de nitrogênio. Os dados de todos os experimentos serão analisados utilizando o PROC MIXED do pacote estatístico SAS (2002). (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: