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Avaliação da expressão de metaloproteinases de matriz em carcinomas uroteliais da bexiga, com foco na sua determinação no fronte de invasão

Processo: 12/20232-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de janeiro de 2013 - 31 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Gustavo Cardoso Guimarães
Beneficiário:Gustavo Cardoso Guimarães
Instituição-sede: A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Isabela Werneck da Cunha
Assunto(s):Neoplasias urológicas  Neoplasias da bexiga  Metástase neoplásica  Metaloproteinases  Imuno-histoquímica 

Resumo

O carcinoma urotelial é a neoplasia mais comum do trato urinário, associada a uma alta morbidade e mortalidade. Embora a maioria dos pacientes se apresente com tumores superficiais, cerca de 20% deles também irão desenvolver ou progredir para doença músculo-invasiva. A cistectomia radical é o tratamento padrão para os tumores músculo-invasivos. A identificação de mecanismos moleculares que mediam invasão e metástase é de suma importância para pacientes que se apresentam com formas invasivas de câncer vesical. As metaloproteinases de matriz são as principais enzimas envolvidas na degradação da matriz extracelular, estando diretamente relacionadas ao processo de invasão tumoral e metástase, além de estarem também envolvidas nos estágios iniciais da carcinogênese, regulação do crescimento tumoral, apoptose, adesão celular e angiogênese. Sua importância já foi demonstrada em diversos tipos tumorais. Até o momento, em carcinomas uroteliais de bexiga, os trabalhos de expressão imunoistoquímica se restringem a avaliação isolada dos diversos componentes, não avaliando a interação entre as células não invasoras, as células do fronte de invasão e as células invasivas na profundidade. Esta avaliação detalhada é de fundamental importância para se compreender o fenômeno de invasão nestes tumores. Portanto, o objetivo deste estudo é caracterizar o perfil de expressão imunoistoquímica destes marcadores, de acordo com o nível de invasão da neoplasia, com foco no fronte de invasão, além de correlacionar os achados com os dados clínicos e de seguimento dos pacientes. (AU)

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