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Diagnóstico ambiental de Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR) para o gerenciamento integrado e participativo relacionado ao desenvolvimento regional sustentado e proteção ambiental

Processo: 01/12920-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas
Vigência: 01 de abril de 2003 - 30 de setembro de 2003
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica
Pesquisador responsável:Maria Olímpia de Oliveira Rezende
Beneficiário:Maria Olímpia de Oliveira Rezende
Instituição-sede: Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Instituição parceira: Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Instituto Biológico (IB)
Assunto(s):Meio ambiente  Conservação dos recursos naturais   Parques estaduais  Desenvolvimento sustentável  Recursos hídricos  Ecossistemas 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Pesquisa...publicas_36_50_50.pdf

Resumo

O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar) localiza-se no Vale do Ribeira de Iguape, a 351 quilômetros da cidade de São Paulo. Criado em 1958, é administrado pelo Instituto Florestal/Secretaria do Meio Ambiente, com a colaboração das prefeituras municipais de Iporanga e Apiaí, da Fundação Florestal e da Sociedade Brasileira de Espeleologia. A região (1.200 hectares) é uma das últimas áreas de Mata Atlântica preservadas do estado. Tem inúmeras cavernas, cachoeiras, rios, montanhas e vales e uma diversidade enorme da fauna e da flora. No entanto, o Vale do Ribeira apresenta os menores valores de desenvolvimento social do estado. A população de 350 mil habitantes não dispõe de alternativas econômicas para um desenvolvimento sustentável que permita o uso racional dos recursos naturais e culturais. Cerca de 30% da área ocupada do Petar é utilizada por atividades impróprias à preservação desse patrimônio público. Os três principais tributários do rio Ribeira que cortam o Petar (Betari, Iporanga e Pilões) são impactados por agricultura, exploração mineral, descarga de esgoto doméstico não tratado e expansão populacional. As culturas de tomate e maracujá utilizam vários pesticidas e são as de maior expressão econômica. Devido às características topográficas da região, os pesticidas aplicados nas encostas acabam sendo transportados para os cursos d’água. A mineração é outra fonte de poluição e contaminação para os ecossistemas aquáticos na reserva: 80% da área do Petar foi considerada de interesse para a mineração. Os efeitos do chumbo ainda se fazem presentes. Nesse contexto, o gerenciamento eficaz dos recursos hídricos requer uma abordagem holística associando o desenvolvimento social e econômico à proteção dos ecossistemas naturais, incluindo o vínculo entre os recursos terrestres e hídricos, devendo ser baseado em um ponto de vista participativo que envolva os setores privado e público e a comunidade. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
JUSSARA APARECIDA OLIVEIRA COTTA; MARIA OLÍMPIA OLIVEIRA REZENDE; MÔNICA R. PIOVANI. Avaliação do teor de metais em sedimento do rio Betari no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira: PETAR, São Paulo, Brasil. Química Nova, v. 29, n. 1, p. 40-45, Fev. 2006.

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