| Processo: | 12/19388-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - História - História do Brasil |
| Pesquisador responsável: | Silvia Hunold Lara |
| Beneficiário: | Silvia Hunold Lara |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | História do trabalho Cultura política Relações de trabalho Folclore Pecuária Sertão Publicações de divulgação científica Produção científica Livros |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Brasil - História - Séc | Cultura Política | Folclore do boi | Relações de trabalho na pecuária | Sertão da Bahia - pecuária | Xix | História do Trabalho |
Resumo
O livro focaliza uma região de pecuária do nordeste da Bahia nas duas últimas décadas do século XIX com o intuito de investigar as estratégias de ação e a cultura política dos vaqueiros. As fontes ( processos crimes sobre furto de animais, cartas enviadas por vaqueiros ao barão de Geremoabo e narrativas em verso e prosa a respeito da coragem dos vaqueiros para domar o gado bravio do patrão) permitem acessar as diversas formas das relações entre os dois grupos. Ao contrário do que supunham autores como Euclides da Cunha, que visitou a região durante a guerra de Canudos, em 1896, os vaqueiros não viviam em uma "servidão inconsciente". Com o absenteísmo dos proprietários, os vaqueiros desenvolveram formas de impor respeito e serem socialmente reconhecidos, conquistando um prestígio que os diferenciava dos trabalhadores "comuns". Reiterado em muitas ocasiões, este prestígio servia de contraponto à tentativa dos fazendeiros de manter um controle total sobre suas propriedades e sobre seus trabalhadores. Em suma: as negociações por mais autonomia laboral e melhores condições de vida e trabalho nessa região de pecuária passavam pela construção de valores como dignidade, honra, liberdade, orgulho profissional e, até mesmo, de um imaginário sobre habilidades mágicas do vaqueiro. (AU)
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