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A influência da instabilidade microssatélite e outros biomarcadores nos desfechos clínicos de pacientes com câncer colorretal avançado: um estudo de caso controle

Processo: 12/07754-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2013 - 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Rachel Simões Pimenta Riechelmann
Beneficiário:Rachel Simões Pimenta Riechelmann
Instituição-sede: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP). Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Alexandra Khichfy Alex ; Paulo Marcelo Gehm Hoff ; Sheila Aparecida Coelho Siqueira
Assunto(s):Neoplasias  Neoplasias colorretais  Biomarcadores 

Resumo

Este será um estudo clínico de caso-controle que avaliará se a presença de alguns biomarcadores, como instabilidade microssatélite (MSI) e mutações KRAS e BRAF impactam na taxa de resposta, sobrevida livre de progressão e sobrevida global de pacientes com câncer colorretal metastático (CCRm), que foram submetidos à quimioterapia à base de oxaliplatina ou irinotecano.Os casos serão os pacientes com CCRm e presença de instabilidade microssatélite de alto grau (MSI-H) e os controles serão aqueles com estabilidade microssatélite ou instabilidade de baixo grau (MSI-L/S). Os pacientes elegíveis serão identificados por lista administrativa dos ambulatórios de Oncologia Gastrointestinal do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP), entre dezembro de 2009 e janeiro de 2011. Deverão ter recebido, no mínimo, 2 meses de quimioterapia até janeiro de 2011 para que, pelo menos, uma avaliação radiológica, pós a da linha de base, tenha sido realizada com o intuito de checar se houve resposta ou não ao regime quimioterápico proposto. No nosso serviço, geralmente, usa-se FLOX, em primeira linha; irinotecano monodroga, em segunda linha e irotecano + cetuximabe, em terceira linha, quando KRAS mutado.A despeito da introdução de novas drogas no tratamento do CCR, a sobrevida global, no estádio IV, ainda é baixa e pouco se sabe sobre o impacto da MSI e de outros biomarcadores na resposta ao tratamento, principalmente, na doença metastática, pois a pesquisa destes biomarcadores e mais freqüente na adjuvância. tumores com MSI tendem a apresentar melhor sobrevida em estádios precoces, contudo, no CCRm a sua prevalência é baixa e os dados prognósticos são limitados. A determinação de MSI-H será através de imunohistoquímica para expressão de proteinas MLH-1, MSH6, MSH2, PMS2. As mutações serão avaliadas por sequenciamento genético. (AU)