| Processo: | 12/08929-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal |
| Pesquisador responsável: | Claudia Barbosa Fernandes |
| Beneficiário: | Claudia Barbosa Fernandes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Morfometria Relações materno-fetais Membrana corioalantoide Placenta Fatores de crescimento do endotélio vascular Imuno-histoquímica Equinos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | equinos | Morfometria | placenta | Vegf | Interação Materno Fetal |
Resumo
O aprimoramento dos modelos atuais de avaliação gestacional e neonatal e o desenvolvimento de novas metodologias devem contribuir para a previsão do futuro desenvolvimento dos potros, visando o melhor desempenho funcional equino. Nesse sentido, alguns estudos já relacionaram características placentárias com o tamanho e peso do potro ao nascimento, enquanto outros demonstraram a existência de uma correlação positiva entre a altura de potros ao nascimento e na vida adulta. Com este escopo, presente estudo visa estabelecer parâmetros de referência que sejam utilizados como marcadores de identificação de comprometimento placentário e fetal na espécie equina, e a relação dessas análises com um conjunto de variáveis maternas que podem influenciar no desenvolvimento e nos parâmetros clínicos e bioquímicos do potro na primeira semana de vida. Para isso será considerado o histórico reprodutivo das éguas e avaliação do perfil hormonal, por meio de dosagens mensais de estrogênio, progesterona e os seus metabólitos plasmáticos a partir do quinto mês de gestação; avaliação da membrana corioalantóide, incluindo as características macroscópicas, estereológicas e imunohistoquimicas para ER±, ER², PR, VEGF e seus receptores (Flt-1 e KDR) em diferentes regiões do corioalantóide a termo, peso dos anexos fetais e comprimento do cordão umbilical. As avaliações destacadas acima serão correlacionadas com as variáveis neonatais (peso, altura, perímetro torácico, avaliação clínica e bioquímica) e variáveis maternas (idade, histórico reprodutivo, peso, altura e perímetro torácico). (AU)
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