Busca avançada
Ano de início
Entree

Determinação do potencial tripanocida de derivados do ácido copálico e derivados semi-sintéticos

Processo: 12/16168-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2013 - 28 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Análise e Controle de Medicamentos
Pesquisador responsável:Sérgio de Albuquerque
Beneficiário:Sérgio de Albuquerque
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Produtos naturais  Ácido copálico  Substâncias bioativas  Tripanossomicidas  Doenças negligenciadas  Doença de Chagas  Trypanosoma cruzi  Bioatividade 

Resumo

As doenças tropicais negligenciadas (DTNs) acometem mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. A doença de Chagas é uma das principais DTNs e continua sendo um problema de saúde pública, onde milhares de pessoas estão contaminadas e outras, permanecem expostas ao risco de infecção. As doenças tropicais desafiam as pesquisas científicas, pois os medicamentos existentes apresentam severos efeitos colaterais e baixa eficácia. As tripanossomíases são doenças de grande importância no Brasil, como é o caso da doença de Chagas e diversos estudos intensificam-se na busca de novas ferramentas terapêuticas contra o agente etiológico da doença, o Trypanosoma cruzi. Pesquisas realizadas em diversos países relatam que muitas espécies vegetais, como os terpenos e seus derivados sintéticos, têm sido descritas como agentes antiparasitários, com alta eficácia e seletividade contra o T. cruzi. Na continuidade de nosso trabalho com terpenos, apresentamos neste projeto de pesquisa uma proposta de avaliação da atividade biológica tripanocida do ácido copálico, obtido por meio de extração orgânica do óleo de copaíba (adquirido comercialmente), e de derivados obtidos por síntese parcial, na tentativa de potencializar a atividade biológica do produto natural. As substâncias serão submetidas a testes in vitro e in vivo para a determinação da atividade tripanocida. Os ensaios biológicos serão realizados experimentalmente por meio de protocolos in vitro, sobre as formas amastigotas, tripomastigotas e epimastigotas de Trypanosoma cruzi e em protocolos in vivo, sobre animais experimentalmente infectados, observando-se os efeitos das substâncias sobre duas linhagens do parasita com comportamentos biológicos distintos, onde os parasitos serão quantificados tanto em nível sanguíneo, por meio da contagem parasitária em hemocitômetro, como tecidual, por meio da detecção parasitária determinada por qPCR. (AU)

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.