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Panfotocoagulação com mira única (ETDRS) versus panfotocoagulação com miras múltiplas (Pascal) associadas a ranibizumabe intravítreo versus somente ranibizumabe intravítreo para retinopatia diabética proliferativa

Processo: 12/17309-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2013 - 28 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Rodrigo Jorge
Beneficiário:Rodrigo Jorge
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Oftalmologia  Retinopatia diabética  Edema macular  Fotocoagulação  Coagulação por laser  Neovascularização retiniana 

Resumo

Introdução: Estudos como o DRS e o ETDRS mostraram os benefícios do tratamento precoce da retinopatia diabética proliferativa (RDP) por meio de fotocoagulação a laser, reduzindo a perda da acuidade visual e a evolução dos neovasos retinianos. Contudo, em relação aos parâmetros utilizados na PRP, estudos posteriores relatam danos colaterais importantes ao tecido e função retinianos, como a perda de campo visual periférico, piora do edema macular pré-existente, além do desconforto do paciente durante o tratamento. Nesse contexto, terapias alternativas como associação de injeção intravítrea de antiangiogênicos e a realização de laser com mira múltipla têm sido estudadas para otimizar o controle da doença, minimizando o dano retiniano. Objetivos: Avaliar os efeitos da panfotocoagulação com mira única (ETDRS-PRP) comparado a panfotocoagulação com miras múltiplas (PASCAL-PRP) associados a Ranibizumabe intravítreo (IVR), em termos de mudança na área total da área de neovascularização de retina em atividade, mudança na acuidade visual, mudança de resposta eletrofisiológica retiniana e mudança de campo visual. Métodos: Estudo prospectivo e randomizado, incluindo 45 pacientes com RDPA sem tratamento prévio, divididos em 3 grupos segundo a terapia: ETDRS-PRP + IVR (E+IVR; n=15), PASCAL-PRP + IVR (P+IVR; n=15) e IVR (n=15). Avaliações irão incluir a medida da acuidade visual com a melhor correção (BCAV), fundoscopia, angiografia fluoresceínica (AF), retinografia, tomografia de coerência óptica (OCT) antes do tratamento e a cada 4 semanas por 3 meses; eletrorretinografia de campo total padrão ISCEV (ERG), limiar de sensibilidade escotópica de campo total e campo visual estático (30-2 - limiar) antes do tratamento e 12 semanas após.Resultados esperados: Espera-se descrever as características das alterações na função e morfologia da retina encontradas após tratamento com as diferentes modalidades terapêuticas e determinar suas correlações com a probabilidade de recorrência de neovasos em curto seguimento clínico. (AU)